Comissão Científica
Presidente: Doutora Alexandra Vinagre
Vice-Presidente: Prof. Doutor Adriano Figueiredo
Vice-Presidente: Prof. Doutora Cristina Manso
Vice-Presidente: Prof. Doutora Maria Paço
Prof. Doutor João Caramês
Prof. Doutor Sérgio Félix
Prof. Doutor Francisco Salvado
Prof.ª Doutora Fátima Feliciano
Dr.ª Susana Varela
Dr. Luís Carrão
Prof.ª Doutora Cláudia Barbosa
Prof. Doutor António Mano Azul
Doutora Maria Carlos Quaresma
Prof.ª Doutora Isabel Luzeiro
Dr. Francisco Neto
Sala Choupal // 9h00 - 13h00
Vagas: 40 pessoas
Preço: 250€ Sócio SPDOF // 300€ Não Sócio SPDOF
Duração: 4 horas teóricas
Destinatários: Médicos, Médicos Dentistas, Fisioterapeutas, Terapeutas da Fala e outros (e respetivos estudantes)
Workshop ministrado na Lingua Espanhola
Conteúdos Programáticos
Teoria (4h):
- Definição, etiologia e epidemiologia da Roncopatia e SAOS
- Fisiopatologia
- Consequências da Roncopatia e SAOS
- Diagnóstico e Tratamento
- O Tratamento com Dispositivos de Avanço Mandibular: tipos de dispositivos, técnicas de confeção, vantagens e reações adversas.
- Casos Clínicos
- Conclusões
Dr. Pedro Mayoral [ESP] Medicina Dentária do Sono
- Licenciado en Odontología por la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá Colombia 1989
- Especialista en Ortodoncia por la Sociedad Colombiana de Ortodoncia 1991
- Doctor en Odontología por la Universidad Complutense Madrid 2003.
- Tesis Doctoral Sobresaliente Cum Laude. ""Modelo predictivo de intubación dificil: Estudio cefalométrico y radiográfico"
- Profesor de Ortodoncia Departamento de Odontología Facultad de Ciencias de la Salud Universidad Europea de Madrid desde 1998 hasta 2007.
- Profesor de Ortodoncia Departamento de Odontología Universidad Alfonso X de Madrid 2016-2019.
- Director del Programa de Especialista Universitario en Medicina Dental de Sueño Universidad Alfonso X de Madrid 2017-2019.
- Director del Programa de Postgrado de Medicina Dental de Sueño Universidad Católica de Murcia UCAM desde 2018.
- Autor de Patente de Modelo de Utilidad de Dispositivo de avance mandibular para el tratamiento de la Apnea del Sueño y los Ronquidos ES 1 056 960 U de 2004.
- Miembro del Comité Científico de Orthoapnea desde 2016
- Vocal de Medicina Dental de Sueño de la Comisión Científica del Colegio Oficial de Odontólogos y Estomatólogos de Madrid COEM desde 2018
- Presidente de la Sociedad Iberoamericana de Medicina Oral de Sueño SIMODS
- Coordinador de la Comisión de Educación, formación, certificación y homologación desde 2019
- Miembro Fundador de la SEMDeS Sociedad Española de Medicina Dental de Sueño
- Miembro Fundador de la AMADE Asociación de Malformaciones Dentofaciales
- American Academy of Dental Sleep Medicine (AADSM)
- American Academy of Sleep Medicine (AASM)
- European Academy of Dental Sleep Medicine (EADSM)
- European Sleep Research Society (ESRS)
- Sociedad Española del Sueño (SES)
- Sociedad Europea de Ortodoncia (EOS)
- Asociación Iberoamericana de Ortodoncia (AIO),
- American Asociation of Orthodontists (AAO)
- Autor de artículos científicos, y ponente en congresos con conferencias, comunicaciones, posters y sesiones clínicas.
Sala Choupal // 14h00 - 18h00
Vagas: 40 pessoas
Preço: 250€ Sócio SPDOF // 300€ Não Sócio SPDOF
Duração: 4 horas de prática demonstrativa
Destinatários: Médicos e Médicos Dentistas (e respetivos estudantes)
Workshop ministrado na Lingua Portuguesa
Conteúdos Programáticos
Prática (4h):
-
Elaboração de História Clínica e Exame Físico em Roncopatia e Apneia do Sono;
-
Escalas de Avaliação dos Pacientes, Questionários e Técnicas/protocolos de Cotação;
-
Exames Complementares de Diagnóstico- Observação e Discussão;
-
Polissonografia / Policardiografia Respiratória- técnica de utilização, protocolo;
-
Demonstração Prática.
-
Registos Protrusivos para confeção do DAM.
Formadores
Dr. Júlio Fonseca [PT] Medicina Dentária
- Médico Dentista, Licenciado em 2004 pela FMUC
- Pós-Graduado em Reabilitação Oral Protética pela FMUC
- Mestre em Patologia Experimental pela FMUC com tese na área do Bruxismo
- Doutorado em Ciências da Saúde na FMUC, com tese na área da DTM
- Presidente da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SPDOF)
- Vice-Presidente da Seção do Sono da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SPDOF)
- Membro Suplente do Conselho Deontológico da OMD
- Autor e Co-Autor de diversos artigos científicos/trabalhos publicados em revistas/congressos nacionais e internacionais.
- Conferencista e Docente de Cursos nas áreas da Prostodontia, Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular
- Responsável pela consulta de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da OrisClinic (Coimbra)
Dr.ª Gabriela Videira [PT] Medicina Dentária
Brevemente disponível.
Dr. André Mariz de Almeida [PT] Medicina Dentária
- Assistente Reabilitação Oral e Dor Orofacial e ATM no Instituto Universitário Egas Moniz
- Prática Clínica Dor Orofacial; Disfunção Temporomandibular e Medicina Dentária do Sono
- Presidente da Assembleia Geral e Cofundador da SPDOF
- Membro do IADR, AAOP, GSID
Dr. Pedro Cebola [PT] Medicina Dentária
- Mestrado Integrado em Medicina Dentária pelo IUEM - 2016
- Licenciatura em Prótese Dentária pela ESSEM - 2010
- Pós-graduação em Oclusão, Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pela ECDS
- Co-autor de capítulos do livro “Bruxismo: do Diagnóstico à Reabilitação” da SPDOF
- Membro do Gruppo di Studio Italiano Disordini Craniomandibolari (GSID) fundado pelo Professor Doutor Daniele Manfredini
- Membro do International Association for Dental Research (IADR)
- Prática Clinica exclusiva em Disfunção Temporomandibular, Dor Orofacial e Medicina Dentária do Sono
Sala 3 // 14h30 - 19h00
Vagas: 30 pessoas
Preço: 70€ Sócios SPDOF // 90€ Não Sócios SPDOF
Duração: 4horas
Destinatários: Médicos, Médicos Dentistas e Fisioterapeutas (e respetivos estudantes)
Workshop ministrado na Língua Espanhola.
Conteúdos Programáticos
Los trastornos de la articulación temporomandibular (TTM) incluyen diferentes afectaciones patológicas caracterizadas principalmente por alteraciones en el movimiento, dolor muscular y articular en la región craneocervicofacial1. La etiología de los TTM es claramente multifactorial, aunque está bien aceptado que los músculos masticatorios juegan un papel relevante, así como, los músculos de la región cervical. Las teorías actuales proponen que los tejidos musculares pueden ser un generador de dolor y contribuir a la alteración procesamiento nociceptivo del dolor Craneofacial (TTM, dolor orofacial y Cefaleas)2. Existe fuerte evidencia científica y relevancia clínica de que la musculatura profunda y estabilizadora de la articulación temporomandibular (ATM), masetero profundo, pteregoideos lateral y medial, pueden ser causa desencadenante o perpetuante de los trastornos de esta articulación 2,3. Además, cabe destacar que la literatura sugiere que existe una fuerte relación entre las alteraciones en la columna cervical y el dolor Craneofacial (TTM, cefalea tipo tensional, migrañas, neuralgia Occipital y cefalea cervicogénica). Se cree que esto ocurre debido a las estrechas conexiones anatómicas, biomecánicas y neurológicas entre el cuello, cabeza y sistema estomatognático. Esos trastornos musculoesqueléticos pueden estar relacionados con la función anormal de la musculatura flexora y extensora profunda4-7.
La palpación y, por lo tanto, el tratamiento manual de estos músculos profundos estabilizadores de la ATM y del plano profundo cervical alto es a menudo imposible, así como, no está validado su abordaje manual y menos instrumental8.
El objetivo de esta workshop, es establecer y mostrar la validación de las vías de abordaje con técnicas invasivas (punción seca, electrolisis e infiltacciones) de la musculatura profunda masticatoria y cervical en el abordaje del Dolor Craneocervicofacial (TTM, dolor orofacial, cefalea tipo tensional, migrañas, neuralgia Occipital y cefalea cervicogénica)8-11.
BIBLIOGRAFIA:
- Schiffman E., Ohrbach R., Truelove E., Look J., Anderson G., Goulet J.-P., List T., Svensson P., Gonzalez Y., Lobbezoo F., et al. Disorders (DC/TMD) for Clinical and Research Applications: Recommendations of the International RDC/TMD Consortium Network* and Orofacial Pain Special Interest Group. J. Oral Facial Pain Headache. 2014;28:6–27
- De Rossi S.S., Stern I., Sollecito T.P. Disorders of the masticatory muscles. Dent. Clin. North Am. 2013;57:449–464
- Svensson P., List T., Hector G. Analysis of stimulus-evoked pain in patients with myofascial temporomandibular pain disorders. Pain. 2001;92:399–409
- Oliveira-Campelo N. M., Rubens-Rebelatto J., Martín-Vallejo F. J., Alburquerque-Sendín F., Fernández-De-Las-Peñas C. The immediate efects of atlanto-occipital joint manipulation and suboccipital muscle inhibition technique on active mouth opening and pressure pain sensitivity over latent myofascial trigger points in the masticatory muscles. Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy. 2010;40(5):310–317.
- Armijo-Olivo S., Fuentes J., Major P. W., Warren S., Thie N. M. R., Magee D. J. The association between neck disability and jaw disability. Journal of Oral Rehabilitation. 2010;37(9):670–679.
- Fernandez-de-las-Penas, C., Alonso-Blanco, C., Cuadrado, M.L., Gerwin, R.D., Pareja, J. A., 2006. Trigger points in the suboccipital muscles and forward head posture in tension-type headache. Headache, 206646, 454–460.
- Fernandez-de-las-Peñas, C., Arendt-Nielsen, L., 2017. Improving understanding of trigger points and widespread pressure pain sensitivity in tension-type headache patients: clinical implications. Expert Rev. Neurother. 17, 933–939.
- Mesa-Jiménez JA, Sánchez-Gutiérrez J, de-la-Hoz-Aizpurua JL, Fernández-de-las-Peñas C. Cadaveric validation of dry needle placement in the lateral pterygoid muscle. J Manipulative Physiol Ther. 2015;38(2):145-50.
- Fernández-de-Las-Peñas C, Mesa-Jiménez JA, Lopez-Davis A, Koppenhaver SL, Arias-Buría JL. Cadaveric and ultrasonographic validation of needling placement in the obliquus capitis inferior muscle. Musculoskelet Sci Pract. 2019
- Fernández-de-Las-Peñas C, Mesa-Jiménez JA, Paredes-Mancilla JA, Koppenhaver SL, Fernández-Carnero S. Cadaveric and Ultrasonographic Validation of Needling Placement in the Cervical Multifidus Muscle. J Manipulative Physiol Ther. 2017;40(5):365-370.
- Mesa-Jiménez JA, Lopez-Davis A, Koppenhaver SL, Arias-Buría JL, Fernández-de-Las-Peñas C. Cadaveric and ultrasonographic validation of needling placement in the medial pterygoid muscle. Musculoskelet Sci Pract. In press
Formadores
Prof. Dr. Juan Mesa Jiménez [ES]

-Doctor en Neurociencias, Graduado en Fisioterapia, Licenciado en Kinesiología y Fisiatría.
- Profesor de la Facultad de Medicina de la Universidad CEU San Pablo y del Departamento de Fisioterapia con más de 26 años experiencia como docente.
- Director, profesor, creador e investigador del prestigioso Máster Oficial Universitario de Dolor Orofacial y Disfunción Craneomandibular de la Universidad CEU San Pablo.
- Instructor y creador Integrative Craneofacial Therapy (INCRAFT CONCEPT).
- Ha formado a nivel vía máster oficial universitario a casi todos los especialistas (fisioterapeutas, dentistas y médicos) en dolor orofacial y Disfunción Craneomandibular.
- Fisioterapeuta Especializado en el tratamiento del Dolor Orofacial, Disfunción Craneomandibular y Cefaleas con más de 24 años de experiencia y director de MESALUD centro Especializado en Dolor Craneocervicofacial.
- Autor y dictante de artículos con factor de impacto en las revistas más prestigiosas mundiales de esta disciplina, capítulos de libros, cursos y conferencias en 4 continentes. Es Editor y Coautor del libro referencia TEMPOROMANDIBULAR DISORDERS. MANUAL THERAPY, EXERCISE AND NEEDLING (HANDSPRING 2018) traducido actualmente a 6 idiomas.
- Ha dirigido más de 100 de trabajos de investigación de grado y posgrado. Director de laboratorio de Investigación de Dolor Craneocervicofacial de la Facultad de Medicina de la Universidad CEU San Pablo y coordina varias líneas de investigación asociadas a esta disciplina.
- Es Miembro de varias Sociedades científicas nacionales e internacionales.
Sala 3 // 9h00 - 13h00
Vagas: 30 pessoas
Preço: 70€ Sócios SPDOF // 90€ Não Sócios SPDOF
Duração: 4horas
Destinatários: Todos os profissionais de saúde (e respetivos estudantes)
Conteúdos Programáticos
- O que é o mindfulness? Introdução ao conceito de mindfulness e ao seu aparecimento no contexto da Medicina e da Psicologia.
- Mindfulness como uma abordagem diferente no contexto da dor: O quê? Porquê? E como?
- Prática de exercícios experienciais de mindfulness: mindfulness formal e informal, exercícios específicos de mindfulness aplicados à dor.
Formador
Doutora Sónia Gregório
- Psicóloga (Universidade de Coimbra – Portugal), Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde e Especialista avançada em Psicoterapia (Ordem dos Psicólogos Portugueses), Psicoterapeuta e Supervisora Cognitivo-Comportamental (Associação Portuguesa de Terapia do Comportamento).
- Doutora em Psicologia Clínica (Universidade de Coimbra - Portugal) e Mestre em Psicologia Geral da Saúde (Universidade Complutense de Madrid - Espanha).
- Membro do grupo de investigación Conducta, Emociones y Salud da Universidade Europeia de Madrid (Espanha). Colaboradora do Center for Research in Neuropsychology and Cognitive and Behavioral Intervention (CINEICC) da Universidade de Coimbra, onde desenvolveu trabalhos de investigação relacionados com a adaptação de medidas de distintos processos psicológicos (e.g., aceitação, mindfulness, descentração) à população portuguesa, com a exploração do mindfulness enquanto processo psicológico, e com a implementação de intervenções baseadas no mindfulness e na aceitação. Membro da Associação Portuguesa para o Mindfulness (APM). Autora de publicações cientificas.
- Docente na Faculdade de Ciências Biomédicas e de Saúde na Universidade Europeia de Madrid (Espanha). Actualmente desempenha também funções de psicóloga clínica e dedica-se à implementação de programas de mindfulness.
Sala Mondego // 9h00 - 13h00
Vagas: 30 pessoas
Preço: 40€ Sócios SPDOF // 60€ Não Sócios SPDOF
Duração: 3horas teóricas // 1hora teórico-prática
Destinatários: Terapeutas da Fala, Médicos dentistas e Fisioterapeutas (e respetivos estudantes)
Conteúdos Programáticos
- Revisar brevemente a patofisiologia da mastigação
- Avaliar a função mastigatória: recursos e resultados possíveis
- Reconhecer fatores limitantes para a reabilitação da função
- Reabilitar a função mastigatória: instrumentos disponíveis, hierarquia de trabalho e critérios de alta
Formadores
Prof.ª Dr.ª Sílvia Hitos
Brevemente disponível.
Sala Santa Cruz // 9h00 - 18h00
Vagas: 36 pessoas
Preço: 100€ (Sócios SPDOF) / 120€ (Não Sócios SPDOF)
Duração: 8 horas com prática demonstrativa
Destinatários: Fisioterapeutas, Médicos dentistas e Médicos (e respetivos estudantes)
Enquadramento
As disfunções temporomandibulares e a dor orofacial referem-se a um conjunto de condições músculo-esqueléticas com um impacto ao nível pessoal e socioeconómico. Devido a uma variedade de fatores, nomeadamente os antecedentes complexos nos domínios social, biológico e psicológico, a sua prevalência aumentou nas últimas décadas, e os modelos de cuidado que continuadamente se baseiam em modelos tendencialmente biomédicos, revelam-se desadequados para estas condições de saúde. Tendo em conta o papel preponderante do Fisioterapeuta como agente de saúde, colocam-se desafios de adaptação e interpretação destas condições.
O desenvolvimento de conhecimentos na área da neuroimunofisiologia da dor tem levado à adoção de novos modelos de intervenção. Estes modelos baseiam-se em novos paradigmas, nomeadamente no papel dos sistemas nervosos periférico e central e na sua adaptação morfológica e funcional, bem como na contribuição dos processos cognitivos e comportamentais para o aparecimento e manutenção da dor e/ ou no grau de incapacidade funcional associada. Portanto, é fundamental integrar esse conhecimento ao processo de raciocínio clínico e tomada de decisão na prática clínica diária dos fisioterapeutas envolvidos na áreas.
Objetivos:
- Desenvolver conhecimento acerca da disfunção temporomandibular de acordo com um modelo biopsicossocial integrado.
- Planear / implementar estratégias de intervenção em fisioterapia, centradas na pessoa com disfunção temporomandibular, baseadas na melhor evidência disponível.
Resultados de aprendizagem:
- Ter conhecimento sobre a anatomia, fisiologia e biomecânica do complexo crânio-cervico-mandibular.
- Ser capaz de atuar de acordo com o modelo biopsicossocial
- Ser capaz de planear a intervenção de Fisioterapia de acordo com um modelo de prática centrada na pessoa e orientada pela melhor evidência científica disponível.
Conteúdos Programáticos
- Breve revisão de Anatomia funcional cervico cranio mandibular
- DTM: Definição, prevalência, patofisiologia
- Relação ATM/ craniocervical
- Modelo biopsicossocial - Abordagem centrada no paciente
- Condição aguda: Artrogénica, miogénica, mista
- Condição crónica:
- comorbilidades e fatores potenciadores/de risco
- nocebo/ placebo
- catastrofização, medo do movimento, autoeficácia
- Classificação/Diagnóstico (DC/TMD)
- Papel da fisioterapia nas DTM’s
- A importância da integração dos fatores psicossociais no raciocínio clínico e intervenção do Fisioterapeuta.
- Avaliação e Intervenção
- Discussão
Formador
FT Sérgio Neto
- Mestre em Condições Músculo Esqueléticas pela Universidade Nova Lisboa/ESSIPSetúbal;
- Pós-Graduado em Fisiopatologia Cérvico-Crâneo-Mandibular pela Universidade
Andrés-Bello e pelo CEDIME;
- Certificado Terapia Manual Ortopédica pela Curtin University;
- Certified Mulligan Practitioner;
- Membro COMPARE – Chronic Musculoskeletal Research Group
- Membro do Gruppo di Studio Italiano Disordini Craniomandibolari – GSID
- Membro da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporo Mandibular e Dor
Orofacial – SPDOF
Sala Celas // 14h30 - 19h00
Vagas: 20 pessoas
Preço: 100€ Sócios SPDOF // 135€ Não Sócios SPDOF
Duração: 2 horas teóricas e 2horas teórico-práticas
Destinatários: Médicos dentistas e Estomatologistas (e respetivos estudantes)
Conteúdos Programáticos
Teoria (2h):
- Goteiras oclusais como opção terapêutica no contexto atual do bruxismo e disfunções temporomandibulares;
- Mecanismos de ação das goteiras oclusais;
- Tipos de goteira oclusais, princípios inerentes à utilização e evidência científica da sua utilização;
Pausa
Teórico - Prática (2h):
- Técnicas de confeção das goteiras oclusais (técnica convencional e computorizada - digital);
- Passo-a-passo para a confeção de uma goteira oclusal (impressões, registo intermaxilar, construção laboratorial e entrega ao paciente)
- Equilibrio oclusal da goteira;
- Protocolo de acompanhamento do paciente portador de goteira oclusal.
Formadores
Dr. Ricardo Dias, Medicina Dentária
- Brevemente disponível.
Prof. Dr. Antonio Romero [ESP] Medicina Dentária
Brevemente disponível.
[Sábado] 1 de Maio de 2021
Desenvolvimento orofacial em crianças: intervir com Terapia Miofuncional Orofacial
Sendo um sistema dinâmico e complexo, o ‘equilíbrio’ funcional do sistema estomatognático é fundamental para a estabilidade oclusal e harmonia dento-facial. As alterações miofuncionais orofaciais podem modificar a oclusão dentária e desenvolvimento craniofacial. Uma identificação, diagnóstico e intervenção precoce dessas alterações poderão influenciar positivamente a oclusão e todo o padrão de crescimento/desenvolvimento craniofacial, contribuindo para a sua estabilidade e harmonia, assim como para a redução da possibilidade de recidiva.
Embora seja controverso se são as alterações funcionais que causam a maloclusão ou o inverso, o foco principal da atuação clínica não deverá ser dicotomizar forma e função, mas sim estabelecer uma metodologia de atuação assente numa dinâmica interdisciplinar de atuação integrada e verdadeiramente complementar, que permita a sua compreensão baseada na partilha de conhecimentos e decisão conjunta. Esta premissa resulta do facto do sistema estomatognático se caraterizar como um sistema interdependente onde forma e função são conceitos inseparáveis e de influência constante. Tendo funções comuns, uma alteração num dos seus componentes altera o seu ‘equilíbrio’: com a forma alterada é difícil estabelecer uma função equilibrada, por outro lado, se apesar da forma adequada persistirem as disfunções estão favorecidas as recidivas da maloclusão.
Assim, o conhecimento e identificação das alterações miofuncionais orofaciais torna-se necessário, contribuindo para uma visão holística do indivíduo e, assumidamente, interdependente. Para tal é importante o conhecimento da atuação da Terapia da Fala nas alterações miofuncionais orofaciais de forma a promover uma adequada referenciação e realização de um diagnóstico diferencial.
O autor propõe-se a ilustrar a interdependência entre forma e função e a questionar a necessidade de uma reflexão sobre o papel que a componente miofuncional orofacial tem na correção da oclusão e padrão de desenvolvimento facial, assim como as possibilidades de atuação conjunta com a Terapia da Fala nos casos onde se verifiquem alterações. Pretende também realçar a sua efetiva necessidade, considerando que a intervenção miofuncional orofacial, quando em idade e situação oclusal favoráveis, pode modificar posições dentárias e produzir modificações ósseas.
Prof. Doutor Ricardo Santos [PT] Terapia da Fala
- Licenciado em Terapia da Fala. Mestre em Ciências da Fala e da Audição. Especialista em Terapia e Reabilitação.- Terapeuta da Fala no Hospital Privado da Trofa, SA e no Serviço de ORL do Hospital CUF, Porto.
- Professor Adjunto Convidado do Curso de Licenciatura em Terapia da Fala na Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto. Docente Convidado em Mestrados e Pós-Graduações nas áreas da Motricidade Orofacial, Ortodontia e Cirurgia Ortognática em Universidades nacionais e internacionais.
- Apresentações orais em eventos científicos nacionais e internacionais, na área da motricidade orofacial.
- Publicações em revistas científicas e em livros de resumos de congressos. Revisor Convidado de Revistas Científicas.
- Quatro prémios de Mérito Científico na área da Motricidade Orofacial.
- Membro da Comissão Científica da Sociedade Portuguesa de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular (SPDOF)
Mastigação e Desenvolvimento Orofacial. Intervir com Alinhadores
Brevemente disponível.
Prof.ª Doutora Teresa Sobral Costa [PT] Ortodontia
- Licenciada em Medicina Dentária pelo ISCS-Sul- Mestrado em Ciências Dentárias - Ortodontia pela Universidade de Krems, Áustria
- Doutorada pela Universidade de Granada, Espanha- Professora Assistente no departamento de Ortodontia do Instituto Universitário Egas Moniz (IUEM)
- Master Damon - Dr. Espejo & Dr.Perera
- Certificação no sistema Incógnito
- Certificada em Invisalign®️ desde 2011
- Master Avançado em Ortodontia Invisível - Dr. Manuel Róman, Málaga
- Master COIP - Dr. Ivan Málagon & Dr.Diego Peydro
- Curso Internacional em Disfunção Temporo-Mandibular e Dor Orofacial - Prof. Dr. Eduardo Januzzi
- Responsável de Invisalign na Pós-graduação de Ortodontia no IUEM
- Coordenadora da Pós-Graduação Universitária baseada na técnica Invisalign®️ no IUEM
- Prática exclusiva em Ortodontia
Terapia Miofuncional na Reabilitação Oral
Brevemente disponível.
Dr.ª Sílvia Hitos [BRA] Terapia da Fala
- Brevemente disponível.
The importance of Sleep Disorders for Orofacial Pain Patients
In this lecture will be given insight on the definition of sleep, sleep disorders important to pain patients, such as: Sleep Bruxism, Obstructive Sleep Apnea and Insomnia.
Prof.ª Dr.ª Cibele Dal Fabbro [BR] Medicina Dentária

- PhD Sleep Medicine - UNIFESP - Brazil
- Ms. Oral Rehabilitation - FOB-USP - Brazil
- Orofacial Pain Specialist - CFO - Brazil
- Acupuncture Specialist - IOT/FMUSP - Brazil
- Dental Sleep Medicine Coordinator - Sleep Institute São Paulo - Brazil
- Research Assistant - Center for Advanced Research in Sleep Medicine, CIUSSS NIM & Faculty of Dental Medicine, Université de Montréal, Canada
Interrelationship of Orofacial Pain, Insomnia, Obstructive Sleep Apnea and Sleep Bruxism
Sleep and pain interaction, interrelationship between insomnia and Sleep Bruxism, interrelationship between Obstructive Sleep Apena and Sleep Bruxism and interrelationship between Insomnia and Obstructive Sleep Apena. Overview on treatment and final remarks
Prof. Dr. Gilles Lavigne [CAN] Medicina Dentária do Sono
- Gilles Lavigne, DMD (U de Montreal, Canada), PhD (U of Toronto, Canada), and FRCD (Oral medicine, Georgetown U, USA), completed his postdoctoral training on the neurobiology of pain at NIH, Bethesda, USA. He received a Doctor honoris causa from the Faculty of Medicine and Dentistry, Zenntrum für Zahnmedizin, University of Zurich, Switzerland. He is a Fellow of the American College of Dentists and Canadian Academy of Healthy Sciences. In 2018 he was appointed the title of member of the Order of Canada.
- He holds a Canada Research Chair in Pain, Sleep & Trauma and has been Dean of the Faculty of Dental Medicine at the Université de Montréal, Canada (2008-2016). He was President of the Canadian Sleep Society and President of the Canadian Pain Society. He is co-founder and past Director of the three research networks for Oral Health, Pain and Placebo Mechanisms under the Fonds de la Recherche en Santé du Quebec and the Canadian Institutes of Health Research (CIHR). He was the interim director of medical research in the CIUSSS Nord Ile de Montreal (2017-2019).
- Gilles Lavigne is internationally recognized for his experimental and clinical research projects on sleep bruxism and the interactions between sleep, pain, and breathing disorders. He is also active in clinical teaching and services in these areas.
Cirurgia Ortognática na Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono
Brevemente disponível.
Dr.ª Lourdes Maniegas Lozano [ESP] Cirurgia Maxilo-facial
- Licenciada en Medicina y Cirugía Universidad Complutense de Madrid (U.C.M.)
- Licenciada en Odontología Universidad Europea de Madrid (U.E.M.)
- Especialista en Cirugía Oral y Maxilofacial (Médico Interno Residente en Hospital Clínico San Carlos, Madrid)
- Médico Colaborador del Departamento de Cirugía Oral y Maxilofacial de la Clínica Universidad de Navarra desde Septiembre de 2008 a 2010.
- Médico Especialista en Cirugía Oral y Maxilofacial en el Servicio de Cirugía Oral y Maxilofacial de la Fundación Jiménez Díaz (Madrid), Hospital Infanta Elena (Valdemoro) y Hospital Rey Juan Carlos (Móstoles) desde Enero de 2011.
- Experiencia en cirugía mínimamente invasiva de la ATM (artroscopia, artrocentesis), cirugía oral y preprotésica, implantología guiada por ordenador, cirugía de las deformidades dentofaciales y de la apnea del sueño.
Fellow of the European Board of Oro-Maxillofacial-Facial Surgery (Brujas, septiembre 2010)
- Miembro Numerario de la Sociedad Española de Cirugía Oral y Maxilofacial de Cabeza y Cuello (SECOM C y C)
- Miembro de la Sociedad Española de Cirugía Oral y Maxilofacial (SMMAX)
- Representante de la especialidad y participante como autora en el Consenso Internacional de Actualización de Apnea de Sueño
- Clínico colaborador en la Facutad de Medicina de la Universidad Autónoma de Madrid
Dr. David Sanz [PT] Cirurgia Maxilo-facial

-Brevemente disponível.
[Sábado] 15 de Maio de 2021
Ozonoterapia na DTM e Dor Orofacial
Brevemente disponível.
Prof. Dr. Francisco Javier Hidalgo [ESP] Medicina

- Licenciado em Medicina e em Medicina Dentária pela Universidade de Granada;
- Especialista em Estomatologia pela Universidade Complutense de Madrid;
- Doutorado em Medicina pela Universidade de Granada;
- Pós-graduação no departamento de Dor Orofacial na Universidade de Kentucky e no Centro de Investigação em Ozonoterapia, em Havana;
- Especialista em Medicina anti-envelhecimento (Universidade de Sevilha), ecografia músculo-esquelética (Universidad Internacional de La Rioja), Anestesia e Terapêutica da dor (Universidad CEU cardenal Herrera);
- Docente colaborador na área da Medicina da dor em diversas universidades europeias e investigador associado do Instituto de Neurociências da Universidade de Granada;
- Co-autor de diversos artigos científicos, autor de capítulos de livros e conferencista em vários congressos nacionais e internacionais;
- Presidente do XXIX Congresso Nacional da Sociedade Espanhola de Disfunção Craniomandibular e Dor Orofacial:
- Diretor da Cátedra Empresa/Universidade de Ozonoterapia e Dor Crónica da Universidade San Antonio de Murcia.
Fenótipos de Apneia Obstrutiva do Sono e previsibilidade de eficácia dos DAM
A eficácia dos Dispositivos de Avanço Mandibular (DAM) é variável e depende dos fenótipos específicos de cada paciente. Por este motivo, para melhorar a taxa de sucesso do tratamento com dispositivos devemos analisar os fenótipos e sua relação com o sucesso do tratamento. Por exemplo, há uma taxa mais elevada de sucesso em mulheres, em pacientes mais jovens, em indivíduos com apneia posicional ou naqueles que a maior taxa de apneia na fase não REM do sono. A análise destes e de outros fenótipos permite selecionar o paciente com maior probabilidade de resultado favorável no tratamento e, desta forma, reduzir o insucesso.
Dr. Pedro Mayoral [ESP] Medicina Dentária do Sono
- Licenciado en Odontología por la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá Colombia 1989
- Especialista en Ortodoncia por la Sociedad Colombiana de Ortodoncia 1991
- Doctor en Odontología por la Universidad Complutense Madrid 2003.
- Tesis Doctoral Sobresaliente Cum Laude. ""Modelo predictivo de intubación dificil: Estudio cefalométrico y radiográfico"
- Profesor de Ortodoncia Departamento de Odontología Facultad de Ciencias de la Salud Universidad Europea de Madrid desde 1998 hasta 2007.
- Profesor de Ortodoncia Departamento de Odontología Universidad Alfonso X de Madrid 2016-2019.
- Director del Programa de Especialista Universitario en Medicina Dental de Sueño Universidad Alfonso X de Madrid 2017-2019.
- Director del Programa de Postgrado de Medicina Dental de Sueño Universidad Católica de Murcia UCAM desde 2018.
- Autor de Patente de Modelo de Utilidad de Dispositivo de avance mandibular para el tratamiento de la Apnea del Sueño y los Ronquidos ES 1 056 960 U de 2004.
- Miembro del Comité Científico de Orthoapnea desde 2016
- Vocal de Medicina Dental de Sueño de la Comisión Científica del Colegio Oficial de Odontólogos y Estomatólogos de Madrid COEM desde 2018
- Presidente de la Sociedad Iberoamericana de Medicina Oral de Sueño SIMODS
- Coordinador de la Comisión de Educación, formación, certificación y homologación desde 2019
- Miembro Fundador de la SEMDeS Sociedad Española de Medicina Dental de Sueño
- Miembro Fundador de la AMADE Asociación de Malformaciones Dentofaciales
- American Academy of Dental Sleep Medicine (AADSM)
- American Academy of Sleep Medicine (AASM)
- European Academy of Dental Sleep Medicine (EADSM)
- European Sleep Research Society (ESRS)
- Sociedad Española del Sueño (SES)
- Sociedad Europea de Ortodoncia (EOS)
- Asociación Iberoamericana de Ortodoncia (AIO),
- American Asociation of Orthodontists (AAO)
- Autor de artículos científicos, y ponente en congresos con conferencias, comunicaciones, posters y sesiones clínicas.
Fibromialgia e Dor Crónica Orofacial
Brevemente disponível.
Prof. Dr. António Pereira da Silva [PT] Reumatologia
- O Prof. Pereira da Silva licenciou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra em 1982 e obteve o Doutoramento em Medicina/Reumatologia pela Universidade de Londres em 1993.
- Exerce, atualmente, as funções de Professor Catedrático de Reumatologia e Presidente da Assembleia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.
- É Diretor de Serviço nos respectivos Hospitais, cujo lema persegue com empenho: “Promover felicidade mediante cuidados de excelência”.Presidiu, de 2006-2010 ao European Board of Rheumatology e foi Chairman do Standing Committee for Education and Training da EULAR de 2001-2005.
- Co-autor de várias recomendações terapêuticas da EULAR.
- O Prof. Pereira da Silva manifesta especial orgulho na sua dedicação à Educação Médica, consubstanciada numa longa atividade nessa área e na publicação de um livro de carácter pedagógico inovador. É autor de mais de 200 publicações em revistas indexadas nacionais e internacionais, sendo revisor de artigos para quase todas e membro do Editorial Board de muitas delas.
Síndrome da Boca Ardente. Um desafio de diagnóstico e tratamento
A síndrome da boca ardente caracteriza-se por uma sensação persistente de ardor ou queimadura da mucosa oral para a qual não existe tradução clínica, imagiológica ou laboratorial. A prevalência varia de acordo com os estudos, mas em Portugal calcula-se que seja de cerca de 2% com especial incidência em mulheres com mais de 40 anos. De etiologia desconhecida pode ser explicada através de vários mecanismos fisiopatológicos como por exemplo a ocorrência de neuropatia periférica nas fibras de pequeno diâmetro da mucosa oral ou por mecanismos centrais de dor ligados à hipofunção dos neurónios dopaminérgicos nos gânglios basais podendo mais do que um mecanismo estar envolvido no mesmo doente. A síndrome da boca ardente partilha algumas características com outras entidades patológicas como por exemplo a fibromialgia, sendo que esta última também já se encontra associada a manifestações na esfera orofacial nomeadamente à disfunção temporo-mandibular. O diagnóstico e tratamento da síndrome da boca ardente é um desafio para o médico dentista e uma melhor compreensão da sua patofisiologia é necessária.
Dr. Pedro Trancoso [PT] Medicina Oral
- Licenciado em medicina dentária pelo Instituto Superior de Ciências da Saúde - Egas Moniz
- Especialista em Cirurgia Oral pela Ordem dos Médicos Dentistas
- Mestre em medicina oral pelo Eastman Dental Institute - University College London
- Docente das disciplinas de Medicina e Cirurgia Oral I e II e de Medicina Dentária Hospitalar no mestrado integrado em medicina dentária da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa, Porto
- Docente convidado na Pós-graduação em Medicina Oral do Instituto Superior de Ciências da Saúde Norte, CESPU
- Membro suplente do Conselho Directivo da Ordem dos Médicos Dentistas
- Membro da Comissão Científica da Ordem dos Médicos Dentistas
- Membro da Comissão Científica Nacional do Programa de Prevenção e Controlo de Infecções e de Resistência aos Antimicrobianos (PPCIRA) da Direcção Geral da Saúde
- Membro da comissão de acompanhamento da OMD do Programa de Intervenção Precoce no Cancro Oral (PIPCO)
- Vice-presidente da Academia Portuguesa de Medicina Oral
Disfunção Temporomandibular e Nevralgia do Trigémeo - Diagnóstico e Abordagem
A dor constitui um dos principais motivos que levam os pacientes à consulta de Medicina Dentária. Na maior parte dos casos, a dor será aguda e associada com patologia dentaria, óssea ou de tecidos moles, e neste caso, tem um carácter protetor para o organismo. No entanto, uma percentagem dos pacientes apresentar-se-á com dor cujas características apontam para um diagnóstico de dor crónica. A dor crónica tem um grande impacto na saúde do paciente, a nível emocional, físico e social e o seu impacto económico não deve ser ignorado.
Nesta sessão, abordaremos a diferença entre dor aguda e dor crónica, e daremos ênfase à importância de uma história clínica adequada (características da dor), e também a educação do paciente para que participe ativamente no seu plano de tratamento. Serão discutidas, mais ao pormenor, a Nevralgia do Trigémeo e a Disfunção Temporomandibular (dor miofascial) e as comorbidades com que estes pacientes se podem apresentar.
Concluiremos com uma sessão interativa, ilustrada com casos clínicos, em que discutiremos diagnósticos diferenciais, exames complementares de diagnóstico e opções de tratamento (farmacologia, fisioterapia, psicologia).
Prof.ª Doutora Joanna Zakrzewska [ING] Medicina

Professor Joanna Zakrzewska is both dentally and medically trained (London and Cambridge). Between 2007- 2015 she set up the largest award winning UK multi-disciplinary facial pain service at UCLH, London. She has written four books, contributed to 20 chapters, written over 130 peer reviewed papers and has been rated as the top expert in trigeminal neuralgia in the world.
Doutora Carolina Venda Nova [PT] Medicina Dentária

- Licenciada em Medicina Dentaria pela FMDUP 2009
- Mestrado em Medicina Oral, UCL Eastman Dental Institute, Londres, 2011-2012
- Aluna de Doutoramento, UCL Eastman Dental Institute, Londres, 2018-2022
- Pratica clinica em Medicina Oral e Dor Orofacial no Eastman Dental Hospital , desde 2012
Guia Clínica no Tratamento com Fisioterapia da Patologia Articular nos Transtornos Temporomandibulares
La disfunción temporomandibular (DTM) constituye un subgrupo de trastornos musculoesqueléticos relacionados entre sí, que implican a la musculatura masticatoria, a la articulación temporomandibular y sus estructuras asociadas, y que representa la causa más importante de dolor no dental en la región orofacial1,2. La DTM no sólo es responsable de dolor facial, sino que frecuentemente se asocia a dolor craneocervical y cefalea3
Según el estudio epidemiológico realizado en España por Poveda-Roda y cols. el diagnóstico más frecuente corresponde al dolor miofascial (diagnóstico simple o múltiple) (42 %), seguido por desplazamiento del disco con reducción (DDCR) 32,1 %, artralgia 30 %, osteoartrosis 14,2 %, osteoartritis 12,3 % y el desplazamiento del disco sin reducción (DDSR) (8,6 %)4.
La etiología de la DTM sigue sin estar clara, pero es probablemente multifactorial por eso el enfoque terapéutico debe ser interdisciplinario 5. En muchos de los pacientes, los signos y síntomas mejoran con el tiempo, con o sin tratamiento 5-8. Hasta el 50 % de los pacientes mejoran en un año y el 85 % lo hacen en tres años (8). La gran mayoría de los trastornos temporomandibulares (aproximadamente de un 85 % a un 90 %), tanto articulares como musculares, deben tratarse de forma no invasiva y no quirúrgica9,10. Los pacientes con eventos patológicos intraarticulares deben de abordarse con tratamiento conservador, ya que las intervenciones quirúrgicas cambian la anatomía de la articulación, invaden la integridad del espacio articular y afectan a la fisiología articular, pudiendo producir un daño que puede ser irreversible. Actualmente no se cuenta con ensayos randomizados ni metaanálisis que justifiquen que la cirugía obtenga una mejoría de los síntomas a largo plazo11. Por lo tanto, la terapéutica de la DTM deber ser multifactorial, con un abordaje conservador y no invasivo y debe incluir tratamiento fisioterápico, médicoodontológico conservador (odontoestomatólogo y cirujano maxilofacial) y, si es necesario, con el apoyo de otros especialistas, como psicólogos, algólogos, neurólogos, psiquiatras y otorrinolarigólogos12.
La fisioterapia juega un papel fundamental en el tratamiento de la DTM. Los objetivos de la fisioterapia son fomentar la reparación tisular, mejorar la función articular y tratar el dolor. El tratamiento debe seguir el modelo Biopsicosocial, basarse en criterios fundamentales como el diagnóstico, los mecanismos del dolor, la situación clínica, aspectos psicosociales implicados y siempre debe tener en cuenta las preferencias del paciente. La fisioterapia en el manejo del dolor y de la disfunción temporomandibular es una aproximación no invasiva y con un bajo coste económico comparada con otras modalidades de tratamiento.
El tratamiento fisioterápico de la patología articular debe diseñarse en función del tipo de disfunción que presente el paciente Desplazamiento Discal Con reducción (DDCR) o sin reducción (DDSR), osteoartrosis, bloqueo agudo, capsulo-sinovitis, etc12-14 y siempre teniendo en cuenta los mecanismos del dolor implicados y el pronóstico del cuadro. Es por ello, que actualmente en fisioterapia se enfatice la importancia del razonamiento clínico a partir de categorías de hipótesis y exploración clínica. Las técnicas de fisioterapia que se emplean en el tratamiento de la DTM son: técnicas semiinvasivas (punción seca, Electrolisis, acupuntura y neuromodulación), educación, terapia manual, ejercicio terapéutico, biofeedback, técnicas de relajación y terapias físicas como crioterapia, termoterapia, ultrasonidos, laserterapia, TENS, etc.15-17Existe evidencia Grado I en varias de estas modalidades terapéuticas fisioterápicas, pero no en todas, siendo los objetivo de estas; reducir el dolor, favorecer la reparación tisular y normalizar la función mandibular18. La efectividad de la fisioterapia no se justifica exclusivamente por sus efectos mecánicos sobre los tejidos articulares y musculares, sino por sus efectos neuromoduladores al actuar estimulando diferentes aferentes somáticos.
Bibliografía:
1. Mesa Jiménez J, Torres Cueco R, Fernández de las Peñas C. Fisioterapia en el tratamiento de la disfunción temporomandibular: una aproximación desde la patología a la guía clínica. Rev Soc Esp Dolor 2014; 21(Supl. II): 14-27
2. Branco LP, Santis TO, Alfaya TA, Godoy CH, Fragoso YD, Bussadori SK. Association between headache and temporomandibular joint disorders in children and adolescents. J Oral Sci 2013;55(1):39-43.
3. Melo CE, Oliveira JL, Jesus AC, Maia ML, de Santana JC, Andrade LS, et al. Temporomandibular disorders dysfunction in headache patients. Med Oral Patol Oral Cir Bucal 2012;17(6):1042-6.
4. Poveda-Roda R, Bagan JV, Sanchis JM, Carbonell E. Temporomandibular disorders. A case-control study. Med Oral Patol Oral Cir Bucal 2012;17(5):e794-800.
5. Ohrbach R, List T, Goulet JP, Svensson P. Recommendations from the International Consensus Workshop: convergence on an orofacial pain taxonomy. J Oral Rehabil 2010;37(10):807-12.
6. Sato S, Goto S, Nasu F, Motegi K. Natural course of disc displacement with reduction of the temporomandibular joint: changes in clinical signs and symptoms. J Oral Maxillofac Surg 2003;61(1):32-4.
7. Sato S, Nasu F, Motegi K. Natural course of nonreducing disc displacement of the temporomandibular joint: Changes in chewing movement and masticatory efficiency. J Oral Maxillofac Surg 2002;60(8):867-72. 46.
8. Naeije M, Te Veldhuis AH, Te Veldhuis EC, Visscher CM, Lobbezoo F. Disc displacement within the human temporomandibular joint: A systematic review of a ‘noisy annoyance’. J Oral Rehabil 2013;40(2):139-58.
9. American Society of Temporomandibular Joint S. Guidelines for diagnosis and management of disorders involving the temporomandibular joint and related musculoskeletal structures. Cranio 2003;21(1):68-76.
10. Fricton J. Current evidence providing clarity in management of temporomandibular disorders: Summary of a systematic review of randomized clinical trials for intra-oral appliances and occlusal therapies. J Evid Based Dent Pract 2006;6(1):48-52.
11. Craane B, Dijkstra PU, Stappaerts K, De Laat A. Randomized controlled trial on physical therapy for TMJ closed lock. J Dent Res 2012;91(4):364-9. 51.
12. Schiffman EL, Look JO, Hodges JS, Swift JQ, Decker KL, Hathaway KM, et al. Randomized effectiveness study of four therapeutic strategies for TMJ closed lock. J Dent Res 2007;86(1):58-63.
13. Yoda T, Sakamoto I, Imai H, Honma Y, Shinjo Y, Takano A, et al. A randomized controlled trial of therapeutic exercise for clicking due to disk anterior displacement with reduction in the temporomandibular joint. Cranio 2003;21(1):10-6.
14. Yoda T, Sakamoto I, Imai H, Ohashi K, Hoshi K, Kusama M, et al. Response of temporomandibular joint intermittent closed lock to different treatment modalities: A multicenter survey. Cranio 2006;24(2):130-6.
15. Manfredini D, Bucci MB, Montagna F, Guarda-Nardini L. Temporomandibular disorders assessment: Medicolegal considerations in the evidence-based era. J Oral Rehabil 2011;38(2):101-19. 72.
16. Dickerson SM, Weaver JM, Boyson AN, Thacker JA, Junak AA, Ritzline PD, Donaldson MB. Dickerson SM, Weaver JM, Boyson AN, Thacker JA, Junak AA, Ritzline PD, Donaldson MB. The effectiveness of exercise therapy for temporomandibular dysfunction: a systematic review and meta-analysis. Clin Rehabil. 2017 Aug;31(8):1039-1048.
17. Armijo-Olivo S, Pitance L, Singh V, Neto F, Thie N, Michelotti A. Effectiveness of Manual Therapy and Therapeutic Exercise for Temporomandibular Disorders: Systematic Review and Meta-Analysis. Phys Ther. 2016 Jan;96(1):9-25.
18. Vier C, Almeida MB, Neves ML, Santos AR, Bracht MA. The effectiveness of dry needling for patients with orofacial pain associated with temporomandibular dysfunction: a systematic review and meta-analysis. Braz J Phys Ther. 2019 Jan; 23(1):3-11.
Prof. Dr. Juan Mesa Jiménez [ESP] Fisioterapia
- Doctor en Neurociencias, Graduado en Fisioterapia, Licenciado en Kinesiología y Fisiatría.
- Profesor de la Facultad de Medicina de la Universidad CEU San Pablo y del Departamento de Fisioterapia con más de 26 años experiencia como docente.
- Director, profesor, creador e investigador del prestigioso Máster Oficial Universitario de Dolor Orofacial y Disfunción Craneomandibular de la Universidad CEU San Pablo.
- Instructor y creador Integrative Craneofacial Therapy (INCRAFT CONCEPT). Ha formado a nivel vía máster oficial universitario a casi todos los especialistas (fisioterapeutas, dentistas y médicos) en dolor orofacial y Disfunción Craneomandibular.
- Fisioterapeuta Especializado en el tratamiento del Dolor Orofacial, Disfunción Craneomandibular y Cefaleas con más de 24 años de experiencia y director de MESALUD centro Especializado en Dolor Craneocervicofacial. Autor y dictante de artículos con factor de impacto en las revistas más prestigiosas mundiales de esta disciplina, capítulos de libros, cursos y conferencias en 4 continentes.
- Es Editor y Coautor del libro referencia TEMPOROMANDIBULAR DISORDERS. MANUAL THERAPY, EXERCISE AND NEEDLING (HANDSPRING 2018) traducido actualmente a 6 idiomas.
- Ha dirigido más de 100 de trabajos de investigación de grado y posgrado. Director de laboratorio de Investigación de Dolor Craneocervicofacial de la Facultad de Medicina de la Universidad CEU San Pablo y coordina varias líneas de investigación asociadas a esta disciplina.
- Es Miembro de varias Sociedades científicas nacionales e internacionales.
Este ano a SPDOF irá procurar publicar uma revista com registo ISBN de todos os resumos do Congresso selecionados. Não perca esta oportunidade !!!
Apresentações científicas
- Todos os trabalhos devem ser enviados sob a forma de Abstract, segundo o modelo fornecido pela Organização.
- Apenas serão candidatos a prémio os trabalhos escolhidos pela Comissão Científica da SPDOF. Estes serão apresentados sob a forma de comunicação oral, via zoom, no programa principal do congresso.
- Caso o autor de algum trabalho selecionado, não pretenda fazer a comunicação oral, o respetivo abstract será publicado na revista com ISBN.
- Os resumos científicos que não forem escolhidos pela Comissão Científica para apresentação no Congresso Online, serão publicados em revista com ISBN. Os resumos recusados pela Comissão Cientifica não serão publicados.
- A apresentação prévia dos trabalhos em outros eventos científicos é considerado critério de exclusão;
- Cada apresentação científica poderá ter até um máximo de 5 autores; o primeiro autor (apresentador da comunicação oral) deverá estar obrigatoriamente inscrito no congresso.
- Todos os autores, das apresentações científicas que envolvam investigação biomédica em sujeitos humanos, serão responsáveis pela adoção dos princípios éticos existentes na declaração de Helsínquia;
- O Abstract poderá versar um trabalho de:
- Investigação científica (serão considerados os estudos de experimentação laboratorial ou animal, estudos epidemiológicos, ensaios clínicos e trabalhos de revisão sistemática e metanálise);
- Caso(s) clínico(s);
- Revisão bibliográfica narrativa (não concorrem a prémio).
Comunicação Oral
- Decorrerá num dos dias do Congresso Online, via zoom, cuja audiência será constituída pelo Júri e por todos os participantes no Congresso
- A Comunicação Oral deverá ter a duração máxima de 10 minutos, seguida de 5 minutos de discussão com o Júri.
- As características e facilidades audiovisuais para a execução da apresentação oral serão responsabilidade do autor apresentador. A Comissão Organizadora poderá requisitar ao autor apresentador uma reunião prévia para testar as funcionalidades da apresentação oral.
Autores
- Considera-se “autor” todo o responsável por submeter o Abstract da apresentação científica devendo estabelecer ligações a Instituições e/ou organismos onde foi desenvolvido o trabalho;
- Cada autor só poderá apresentar um trabalho científico e deve identificar-se no Abstract com um asterisco, no entanto, poderá ser co-autor de outros trabalhos científicos;
- Pelo menos um dos “autores” ou “co-autores” do trabalho científico terá de ser sócio ativo da SPDOF, apresentando as quotas em dia;
- O autor responsável pela apresentação científica deve estar inscrito no Congresso da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial e comparecer na plataforma online, na data e horário a definir pela Comissão Organizadora;
- Caso surja algum impedimento que invalide a presença do autor este deverá comunicar esse facto ao responsável da Comissão Organizadora via e-mail, e indicar o co-autor substituto, que também ele tem de estar inscrito no congresso.
Normas para submissão do resumo
- Só serão aceites resumos submetidos online com o preenchimento adequado do formulário e do documento anexo Abstract Template, em língua Inglesa, até ao dia 09 de Abril de 2021.
- Não serão aceites resumos enviados por outras vias (fax, email, através dos CTT, ou entregues “em-mão” a membros da Comissão Organizadora).
- O incorreto preenchimento do Abstract Template é critério de exclusão.
- Resumo Alargado em Inglês com um máximo de 500 palavras, não excedendo uma página; enviados conforme o modelo anexo fornecido.
-
- Devem ser submetidas 6–10 palavras-chave para cada trabalho
- Título com o máximo de 2 linhas;
- Os resumos de trabalhos de investigação deverão incluir, mandatoriamente, os seguintes itens:
- Introdução;
- Objetivos;
- Materiais e Métodos;
- Resultados;
- Conclusões;
- Relevância clínica;
- Fontes de financiamento (se aplicável).
- Os resumos dos casos clínicos deverão incluir, mandatoriamente, os seguintes itens:
- Introdução
- Descrição do caso clínico (tempo de follow-up, se aplicável);
- Discussão;
- Conclusões;
- Fontes de financiamento (se aplicável).
- Os resumos dos trabalhos de revisão bibliográfica narrativa deverão incluir, mandatoriamente, os seguintes itens:
- Introdução;
- Objetivos;
- Método de pesquisa bibliográfica (bases de dados, palavras-chave, anos de revisão);
- Resultados;
- Conclusões.
- Fontes de financiamento (se aplicável).
- Os resumos serão avaliados pela Comissão Científica da SPDOF a qual se reserva o direito de não aceitar qualquer resumo que careça de rigor descritivo e/ou científico. Da decisão da dita Comissão Científica, não cabe recurso.
- O autor receberá um e-mail de confirmação da receção do resumo. Caso não receba a confirmação no prazo de 24 horas após a submissão, deverá contactar, por email, o Secretariado da Comissão Organizadora (sonia.pinho@diventos.com)
Prémios
- Todos os trabalhos aceites serão publicados num livro de resumos com registo ISBN da edição da SPDOF.
- Todos os trabalhos, candidatos a prémio, serão avaliados por um júri nomeado pela Comissão Científica que atribuirá dois prémios, consoante o tipo de apresentação científica:
- Melhor comunicação oral de investigação científica;
- Melhor comunicação oral de caso(s) clínico(s).
- Na atribuição dos prémios, os júris, terão em consideração o mérito científico, a originalidade do tema, a relevância clínica do trabalho e a apresentação do mesmo;
- O anúncio dos vencedores do prémio será feito imediatamente a seguir a todas as apresentações científicas e a entrega do diploma será efetuada durante o decurso do Congresso em local e data a designar;
- O autor de cada trabalho premiado será convidado como conferencista num evento científico da SPDOF a decorrer durante o ano seguinte ao Congresso da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.
Prazos e Datas-Limite
- Até ao dia 09 de Abril de 2021:
- Submissão dos resumos.
- Inscrição do autor apresentador no IV Congresso da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.
- Até ao dia 18 de Abril de 2021:
- Notificação da aceitação ou rejeição do trabalho;
- Indicação dos trabalhos a concurso e, portanto, para apresentação sob a forma de comunicação oral.
- No dia 15 de Maio de 2021:
- Apresentação e Discussão dos Trabalhos a concurso (candidatos a prémio) sob a forma de comunicação oral
-
Estudantes
15.00€Obrigatória apresentação de comprovativo de frequência para o ano letivo de 2020/2021. Nesta categoria serão considerados os alunos de pré-graduado (Licenciatura ou Mestrado Integrado). -
Sócio SPDOF
25.00€Exclusivo para Sócios Efetivos com situação de quotas regularizada. -
Sócios Entidades Parceiras
30.00€Sócios SPEMD, APF, SPTF, SEDCYDO e GSID deverão apresentar comprovativo/cartão de sócio. -
Não Sócios SPDOF
35.00€Obrigatório apresentação de cédula profissional.
-
Estudantes
15.00€Obrigatória apresentação de comprovativo de frequência para o ano letivo de 2020/2021. Nesta categoria serão considerados os alunos de pré-graduado (Licenciatura ou Mestrado Integrado). -
Sócio SPDOF
25.00€Exclusivo para Sócios Efetivos com situação de quotas regularizada. -
Sócios Entidades Parceiras
30.00€Sócios SPEMD, APF, SPTF, SEDCYDO e GSID deverão apresentar comprovativo/cartão de sócio. -
Não Sócios SPDOF
35.00€Obrigatório apresentação de cédula profissional.
-
Estudantes
20.00€Obrigatória apresentação de comprovativo de frequência para o ano letivo de 2020/2021. Nesta categoria serão considerados os alunos de pré-graduado (Licenciatura ou Mestrado Integrado). -
Sócio SPDOF
40.00€Exclusivo para Sócios Efetivos com situação de quotas regularizada. -
Sócios Entidades Parceiras
50.00€Sócios SPEMD, APF, SPTF, SEDCYDO e GSID deverão apresentar comprovativo/cartão de sócio. -
Não Sócios SPDOF
60.00€Obrigatório apresentação de cédula profissional.
NOTAS
- Para reportar problemas, dúvidas ou dificuldades na Inscrição na Plataforma, por favor contactar o Secretariado:
Sónia Pinho - sonia.pinho@diventos.com
Diventos - Congressos e Eventos, Lda
Rua da Paz, nº66, 2º andar - Sala 24
4050-461 Porto
22 607 62 90





