Comissão Organizadora

  • Presidente: Ricardo Dias
  • Ricardo Santos
  • David Sanz
  • André Mariz Almeida
  • Júlio Fonseca
  • Joana Pereira
  • Lurdes Veloso
  • Tiago Oliveira
  • Gabriela Videira
  • João Fonseca e Costa
  • Filipa Martins

Comissão Científica

  • Presidente: Prof. Doutor Sérgio Félix
  • Prof.ª Doutora Teresa Paiva
  • Prof.ª Doutora Fátima Feliciano
  • Dr. Luís Carrão
  • Mestre Júlio Fonseca
  • Prof. Doutor Adriano Figueiredo
  • Prof.ª Doutora Cláudia Barbosa
  • Prof. Doutor António Mata
  • Prof. Doutor André Araújo

Comissão de Honra

  • Prof. Doutor José Eusébio Palma Pacheco
  • Prof.ª Doutora Ana Paula Correia
  • Professor Pedro Mesquita
  • Prof. Doutor Emanuel Vital
  • Dr. Rui Paulo Soares Ribeiro
  • Doutor João José de Morais Joaquim
  • Prof.ª Doutora Isabel Baptista
  • Doutora Fátima Teixeira
  • Prof. Doutor Fausto Pinto
  • Dr. Pimenta Marinho
  • Dr. Joaquim Moita

O III Congresso da SPDOF realiza-se na Fábrica de Santo Thyrso, em Santo Tirso.

Endereço:
Rua Dr. Oliveira Salazar, nº 88
4780-453 Santo Tirso

Coordenadas GPS:
Latitude: 41º 21´1.50``n
Longitude: 8º 28`34.26``w

Dia 8 de Março [quinta-feira]
Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC)

[19h30]

Visita ao Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC)
Degustação de Licor de Singeverga
Apresentação do Livro «Bruxismo: do diagnóstico à reabilitação»
Sessão de Esclarecimentos à população

 

 

Dia 10 de Março [sábado] JANTAR DO CONGRESSO
Hotel Cidnay

[20h30]

Bufete de frios, saladas e acepipes
Creme de legumes
Tornedó de porco com molho de alho e batata ao sal e legumes salteados
Bufete de Sobremesas (doces variados e frutas)
Vinhos Cidnay e Soft Drinks

 

A cidade de Santo Tirso, para além do Alojamento Local, oferece 5 lugares onde possa pernoitar durante o nosso evento:

Hotel Cidnay ****

LOCALIZAÇÃO | Junto aos Paços do Concelho (no centro da cidade)
DISTÂNCIA AO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO (pela A3 e A41) | 28km (20min aproximadamente)

Morada: Rua Dr. João Gonçalves
Apartado 232
4784-909 SANTO TIRSO

GPS | 41.340731, -8.472234

Website: www.hotel-cidnay.pt

Santo Thyrso Hotel ***

LOCALIZAÇÃO | Junto à Praça Conde S. Bento (no centro da cidade)
DISTÂNCIA AO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO (pela A3 e A41) | 28km (20min aproximadamente)

Morada: Praça Conde S. Bento, 29 A
4780|538 SANTO TIRSO

GPS | 41.340452, -8.476400

Website: http://www.santothyrsohotel.com

8 Villas - SUITES | Restaurante

LOCALIZAÇÃO |Rua Sousa Trepa (no centro da cidade)
DISTÂNCIA AO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO (pela A3 e A41) | 28km (20min aproximadamente)

Morada: Rua Sousa Trepa, nº4,
4780-554 Santo Tirso

GPS | 41.3420095 , -8.474635700000022

Website: http://www.8-villas.com/?lang=pt-pt

Hotel dos Carvalhais ***

LOCALIZAÇÃO | Junto à Praça dos Carvalhais (no centro da cidade)
DISTÂNCIA AO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO (pela A3 e A41) | 28km (20min aproximadamente)

Morada: Praça Dr. Rodrigues Ferreira
4780-367 SANTO TIRSO

GPS | 41.339800, -8.474254

Website: www.facebook.com/Hotel-Carvalhais-1027514977289049/

Solar S. Bento

LOCALIZAÇÃO | Situado na margem direita do Rio Ave junto à antiga estação da CP, próximo da Igreja Matriz de Santo Tirso, na estrada EN 204 que liga Sto. Tirso a Famalicão.
DISTÂNCIA AO AEROPORTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO (pela A3 e A41) | 28km (20min aproximadamente)

Morada: R. Alberto Pimentel, 6 a 14
EN 204 (estrada Sto. Tirso – Famalicão junto à ponte sobre o Rio Ave, a seguir à Igreja Matriz)
4780-386 SANTO TIRSO

GPS |
Latitude: N 41 20.810
Longitude: W 8 28.113

Website: http://www.solarsbento.net/pt/

A oferta de restauração na zona envolvente à Fábrica de Santo Thyrso é escassa, o que pode causar alguns atrasos aos conferencistas.

Para que não perca nenhuma conferência, a Comissão Organizadora disponibiliza, a todos os conferencistas, a oportunidade de poderem usufruir de uma refeição no próprio local do evento.

Para os dois dias do Congresso, este almoço terá o valor de 25€ e carece de reserva antecipada pelo que deve comprar o seu almoço no ato da sua inscrição!

Estamos a oferecer um convite ao aluno que tirar a melhor selfie junto do nosso cartaz e a partilhe no facebook mencionando a página da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (https://www.facebook.com/spdof/ ).

Oferecemos ainda 50% do valor de inscrição a um amigo do vencedor que também queira comparecer no congresso. O concurso é válido até dia 18 de fevereiro e anunciaremos o vencedor no dia 20 de fevereiro na nossa página do facebook.

Vagas: 20 pessoas
Preço: 150€
Duração: 3 horas
Destinatários: Médicos dentistas e Estomatologistas (e respetivos estudantes)

Conteúdos Programáticos

Teoria (2h):

  • Conceitos gerais da SAOS e Roncopatia. Epidemiologia
  • Guidelines da AAMS 2015
  • Avaliação do doente
  • Abordagem multidisciplinar
  • Tipos de Dispositivos Orais: Indicações, contra-indicações, reacções adversas
  • Guidelines para a confecção de dispositivos orais

Pausa

Prática (1h):

  • Comunicação com o laboratório na era digital
  • Impressões para DO
  • Registos Interoclusais para confecção dispositivos
  • Prescrição de DO
  • Entrega de DO e ajustes do DO
  • Caso clínico

Formadores

Dr.ª Gabriela Videira

- Licenciada em Medicina Dentária pelo ISCSEM , 1999
- Diploma Estudos Avançados pela Universidade Complutense de Madrid,2003
- Pós-graduada em Periodontologia e Implantes, 2001
- Pós-graduada em Disfunção Temporomandibular e Dor Oro-Facial, 2011
- Especialista em Periodontologia pela Ordem dos Médicos Dentistas
- Colaboradora da Consulta do Sono da CUF Alvalade de 2012-2015
- Colaboradora no Centro do Sono CENC, em Lisboa
- Colaboradora na Consulta do Sono da CUF Infante Santo e Cuf Descobertas, em Lisboa
- Aluna de Doutoramento em Ciências Biomédicas da Universidade Nova de Lisboa
- Autora e Co-autora de diversos trabalhos científicos apresentados em congressos nacionais e internacionais
- Sócia Fundadora e Secretária-Geral da SPDOF
- Coordenadora da secção do Sono da SPDOF
- Membro da EADSM (European Academy of Dental Sleep Medicine)

Dr. Júlio Fonseca

- Médico Dentista, Licenciado em 2004 pelo Departamento de Medicina Dentária, Estomatologia e Cirurgia Maxilo-Facial da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC)
- Pós-Graduado em Reabilitação Oral Protética pelo Departamento de Medicina Dentária, Estomatologia e Cirurgia Maxilo-Facial da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
- Mestre em Patologia Experimental pela FMUC com tese na área do Bruxismo
- Aluno do Doutoramento em Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
- Assistente Convidado das Disciplinas de Anatomia Dentária, Fisiologia do Aparelho Estomatognático e Reabilitação Oclusal do Mestrado Integrado em Medicina Dentária do DEMDCMF da FMUC até 2015.
- Eleito pela Revista Saúde Oral como Figura do Ano 2013 em Portugal na área da Oclusão.
- Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SPDOF).
- Membro Suplente do Conselho Deontológico da OMD.
- Autor e Co-Autor de diversos artigos científicos/trabalhos publicados em revistas/congressos nacionais e internacionais.
- Conferencista e Docente de Cursos nas áreas da Prostodontia, Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular.
- Responsável pela consulta de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da OrisClinic (Coimbra) e Centro Visages (Viseu).

TPD Adolfo Bernal

En 1.991 comenzó su formación como técnico dental. Ampliando sus conocimientos técnicos en distintas áreas de laboratorio, Realizando cursos continuados de formación en todas las áreas del laboratorio. En la actualidad responsable del área de CAD-CAM y administrador de LAB. EST. DENTAL A.H. BERNAL S.L, situado en Narón, que nace en el año 1993 y que cuenta con más de 23 de años de experiencia en el sector. Perseverando en la calidad, e innovando con técnicas de fabricación y nuevos materiales.

Socio fundador del Club Tecnológico Dental, Fundado en 1999; agrupa a los Laboratorios de Prótesis Dentales de España más comprometidos con la CALIDAD, PERFECCIÓN y ALTA TECNOLOGÍA en prótesis. Dictante de numerosos cursos y conferencias nacionales e internacionales.

Apoio:

Vagas: 30 pessoas
Preço: 60€
Duração: 4 horas [15h às 19h]
Destinatários: Fisioterapeutas e Médicos Dentistas

Conteúdos Programáticos

As condições musculares representam o maior subgrupo entre as várias disfunções temporomandibulares, sendo a dor miofascial uma das manifestações clínicas mais frequentes.

A síndrome de dor miofascial apresenta-se como dor regional e é acompanhada por um aumento da tensão e diminuição da flexibilidade do músculo e fáscia relacionada. É uma condição de dor miogénica caracterizada por áreas locais de hipertonicidade e regiões hipersensíveis no tecido muscular, conhecidos como pontos gatilho ou trigger points.

Várias patologias apresentam características clinicas comuns à síndrome de dor miofascial, como é o caso da nevralgia do trigémio, cefaleias do tipo tensional, dor muscular local, mialgia de mediação central, fibromialgia e odontolgia atípica.

Este workshop tem por objetivo introduzir o Médico Dentista/Fisioterapeuta à avaliação e tratamento de pontos gatilho miofasciais da região crâneomandibular. Serão abordadas intervenções invasivas, como o dry needling (punção seca/agulhamento seco) e eletropunção como abordagens de tratamento de disfunções músculoesquléticas da região crâneofacial. É um workshop teórico-prático baseado em evidência científica e raciocínio clínico diagnóstico e terapêutico.

Formador

Prof. Dr. Roy la Touche Arbizu

Es doctor y máster universitario en estudio y tratamiento del dolor por la URJC. Fisioterapeuta, especialista en dolor craneofacial, trastornos craneomandibulares y disfunciones neuro-musculoesqueléticas.  En la actualidad es director del Instituto de Neurociencias y Ciencias del Movimiento (www.incimov.com ) y el grupo de investigación Motion in Brains (www.motioninbrains.com), además es investigador del Instituto de Investigación Hospital Universitario La Paz (IDIPaz) en el grupo de investigación en Neurología y Enfermedades Cerebrovasculares y en la línea cefaleas y dolor neuropático. Academicamente dirije el Máster Universitario en Fisioterapia del Sistema Musculoesquelético de la Facultad de Ciencias de la Salud del CSEU La Salle, Universidad Autónoma de Madrid; además coordina el programa de formación en Trastornos Craneomandibulares y Dolor Craneofacial de INDCRAN, (www.indcran.com).

Ha publicado más de 50 artículos científicos en revistas nacionales e internacionales especializadas en el área del dolor, la terapia manual neuro-ortopédica, la neurociencia, el dolor craneofacial, trastornos craneomandibulares y el ejercicio terapéutico. Ha impartido docencia de post-grado a nivel internacional en Europa y América Latina. Es miembro de la Sociedad Española del Dolor.

Tiene una amplia experiencia tratando en exclusiva pacientes con dolor crónico musculoesquelético, dolor craneofacial, trastornos craneomandibulares y otros trastornos de la columna vertebral y la pelvis.

 

Linkedin: https://es.linkedin.com/in/roylatouche

Research Gate: http://www.researchgate.net/profile/Roy_La_Touche/

Publicaciones en Pubmed: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=La+Touche+R

Twitter: https://twitter.com/RoyLaTouche

Vagas: 30 pessoas
Preço: 100€
Duração: 4 horas
Destinatários: Médicos, Médicos dentistas, Fisioterapeutas e Terapeutas da Fala (e respetivos estudantes)

Conteúdos Programáticos

Durante el curso se explicaran todas las técnicas de imagen disponibles para el estudio de la ATM, haciendo un repaso de la OPG, transcraneal, CBCT, IRM, PET, Scintigrafia, valorando las ventajas y desventajas de cada una así como consejos prácticos de cómo sacarle el máximo partido a cada técnica, aprendiendo a visualizar todos los compontes articulares para un adecuado diagnóstico, así como sus indicaciones en la patología de la ATM y Dolor Orofacial.

En la segunda parte del curso, se valorará toda la patología que puede padecer la ATM a través de la imagen, con diferentes casos clínicos, utilizando una técnica u otra según sea la técnica que convenga a cada caso.

En la tercera parte del curso se expondrán casos prácticos para que el cursillista practique lo aprendido y aprenda a diferenciar y a  leer una imagen de resonancia magnética, o una tomografía computarizada.

Formadores

Dr.ª Carmen Benito [ES]

- Licenciada en Odontología, por la UCM en 1992
- Doctora en Odontología. por la Facultad de Odontología. de la UCM 1997
- Postgrado sobre la Patología de la ATM y oclusión en el Hospital General Universitario Gregorio Marañón (1992-94)
- Profesora Titular de la Universidad Europea de Madrid en la Facultad de Odontología. Coordinadora de Patología dental y Odontología Restauradora.(1998-actualidad)
- Profesora en el Master de Dolor orofacial de la Universidad San Pablo CEU de Madrid desde 2008
- Profesora colaboradora en el Máster en dolor orofacial y trastornos temporomandibulares unidad dolor orofacial y trastornos temporomandibulares de la Universidad del Pais Vasco.
- Dictante de varias comunicaciones y conferencias relativas a la patología del diagnóstico por imagen y tratamiento de la articulación temporomandibular.
- Profesora de los cursos de Formacion continuada de la SEDCYDO
- Miembro de la Sociedad Española de Disfunción Craneomandibular, desde 1993. Presidenta electa de la junta directiva de SEDCYDO (2016-19)
- Autora de varios artículos relativos al diagnóstico por imagen de Resonancia Magnética de la articulación temporomandibular.

Dr. Enrique Pozuelo [ES]

- Licenciado en Odontología ISCS-Lisboa,(1999). Doctor en Odontología UCM (2008).
- Postgrado de “Patología de la articulación temporomandibular” (2001) y “Desordenes Temporomandibulares y Dolor Orofacial” del  Hospital Gregorio Marañón,(2002). Título Propio de “Especialista en Implantoprótesis” UCM, (2001).
- Profesor del Máster de Dolor Orofacial de la Universidad CEU-San Pablo.
- Vocal en la junta actual de SEDCYDO
- Profesor de los cursos de formación continua de SEDCYDO
- Ha colaborado en postgrados universitarios con charlas sobre DTM y Rehabilitación Oral.

Vagas: 25 pessoas
Preço: 90€
Duração: 3horas
Destinatários: Médicos dentistas e Estomatologistas (e respetivos estudantes)

Conteúdos Programáticos

É inegável a importância da utilização de goteiras na disfunção temporomandibular, o seu modo de actuação é ainda desconhecido no entanto a evidência é inquestionável.

Temas a abordar:

  • Evidência da Utilização da goteira.
  • Perceber a Dinâmica mandibular e influência da goteira.
  • Conceito de equilíbrio oclusal.
  • Tipos de goteira oclusais.
  • Evidência clínica e evidência cientifica sobre que goteiras devemos utilizar.
  • Demonstração de execução de goteiras de estabilização e de reposicionamento, desde a concepção até ao envio para laboratório.
  • A importância do equilíbrio oclusal na goteira.

Formadores

Dr. André Mariz de Almeida

- Licenciatura e Mestrado em Medicina Dentária pelo ISCSEM;
- Doutorando na Universidade de Granada;
- Assistente na disciplina de Reabilitação Oral I e II da licenciatura de Medicina Dentária e do Mestrado integrado em Medicina Dentária na disciplina de Dor Orofacial e ATM do ISCSEM, desde 2005;
- Autor e co-autor de diversos artigos científicos / trabalhos publicados em revistas / congressos nacionais e internacionais;
- Conferencista e docente de cursos nas áreas da Prostodontia, Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular;
- Prática Clínica exclusiva em Dor Orofacial, no centro clínico SAMS/SIBS;
- Curso Internacional e Professor Assistente em Disfunção Tempormandibular e Dor Orofacial Portugal/Brasil - Facsete / Ciodonto;

Dr. João Rua

- Brevemente disponível

Vagas: 50 pessoas
Preço: 50€
Duração: 3horas
Destinatários: Médicos dentistas e Estomatologistas (e respetivos estudantes)

Conteúdos Programáticos

Brevemente disponível.

Formador

Prof. Doutor António Mata

- Brevemente disponível

Vagas: 40 pessoas
Preço: 50€
Duração: 2horas
Destinatários: Médicos dentistas e Estomatologistas (e respetivos estudantes)

Conteúdos Programáticos

A Análise Oclusal é sem dúvida um dos maiores desafios numa reabilitação oral. Este Workshop está especialmente desenhado para abordarmos as guidelines de reabilitação e a forma de implementar novas técnicas de maximizar a eficácia e a segurança da reabilitação na fase do equilibrio oclusal utilizando o sistema T-Scan III. Este sistema poderá ser um auxiliar precioso para nos guiar no difícil mundo da análise oclusal estática e dinâmica.

Temas:

  • Princípios de Oclusão em Reabilitação Protética.
  • A utilização do Sistema de Análise Oclusal Digital T-SCAN III na prática clínica: das Próteses Totais Removíveis às Reabilitações Implanto-Suportadas.
PRÁTICA:
Apresentação do sistema de Análise Oclusal Digital T-SCAN III: hardware, software, potencialidades e
vantagens na prática clínica diária.
Elaboração e interpretação de Registos Oclusais com sistema T-SCAN III.

Formadores

Dr. André Mariz de Almeida

- Licenciatura e Mestrado em Medicina Dentária pelo ISCSEM;
- Doutorando na Universidade de Granada;
- Assistente na disciplina de Reabilitação Oral I e II da licenciatura de Medicina Dentária e do Mestrado integrado em Medicina Dentária na disciplina de Dor Orofacial e ATM do ISCSEM, desde 2005;
- Autor e co-autor de diversos artigos científicos / trabalhos publicados em revistas / congressos nacionais e internacionais;
- Conferencista e docente de cursos nas áreas da Prostodontia, Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular;
- Prática Clínica exclusiva em Dor Orofacial, no centro clínico SAMS/SIBS;
- Curso Internacional e Professor Assistente em Disfunção Tempormandibular e Dor Orofacial Portugal/Brasil - Facsete / Ciodonto;

Dr. Júlio Fonseca

- Médico Dentista, Licenciado em 2004 pelo Departamento de Medicina Dentária, Estomatologia e Cirurgia Maxilo-Facial da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC)
- Pós-Graduado em Reabilitação Oral Protética pelo Departamento de Medicina Dentária, Estomatologia e Cirurgia Maxilo-Facial da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
- Mestre em Patologia Experimental pela FMUC com tese na área do Bruxismo
- Aluno do Doutoramento em Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
- Assistente Convidado das Disciplinas de Anatomia Dentária, Fisiologia do Aparelho Estomatognático e Reabilitação Oclusal do Mestrado Integrado em Medicina Dentária do DEMDCMF da FMUC até 2015.
- Eleito pela Revista Saúde Oral como Figura do Ano 2013 em Portugal na área da Oclusão.
- Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SPDOF).
- Membro Suplente do Conselho Deontológico da OMD.
- Autor e Co-Autor de diversos artigos científicos/trabalhos publicados em revistas/congressos nacionais e internacionais.
- Conferencista e Docente de Cursos nas áreas da Prostodontia, Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular.
- Responsável pela consulta de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular da OrisClinic (Coimbra) e Centro Visages (Viseu).

Apoio:

Vagas: 30 pessoas
Preço: 150€
Duração: 4horas
Destinatários: Médicos dentistas, Estomatologistas e Cirurgiões Maxilo-faciais (e respetivos estudantes)

Conteúdos Programáticos

  • Tratamento das DTM articulares - onde estamos e para onde vamos: novas perspetivas
  • Anatomia e Biomecânica da ATM aplicada à viscossuplementação
  • DTM articular: Classificação e Diagnóstico diferencial
  • Possibilidades de controle (tratamento) das DTM articulares: expectativas terapêuticas e limitações
  • Viscossuplementação da ATM
  • Biomecânica, sistema de lubrificação e nutrição da ATM com ênfase em viscossuplementação
  • Princípios biomecânicos e farmacológicos do hialuronato de sódio (HS)
  • Todos os viscossuplementos à base de HS são iguais? Aspetos tecnológicos e moleculares relevantes para a técnica da viscossuplementação
  • Estratégias de viscossuplementação para a ATM
  • Técnicas de infiltração da ATM para viscossuplementação: Infiltração não guiada da ATM e Infiltração Guida / monitorada da ATM pelo ultrassom
  • Fármacos de suporte e/ou controle das artralgias associadas às técnicas da viscossuplementação
  • Fisioterapia aplicada à viscossuplementação
  • Infiltração em simuladores (manequim cirúrgico)
  • Demonstração em paciente de infiltração não guiada
  • Discussão de casos clínicos

Formadores

Prof. Doutor Eduardo Januzzi (BRA)

- Doutor em Saúde Baseada em Evidências e mestre em DTM e Dor Orofacial (Escola Paulista de Medicina. UNIFESP), especialista em DTM e Dor Orofacial (CFO. Brasil), especialista em Prótese Dentária e em Periodontia (APCD . Bauru), especialista em Saúde Baseada Em Evidência (Hospital Sírio Libanês – SP), extensão em Dor orofacial , DTM e oclusão (UMD- New Jersey – USA), coordenador de cursos de pós-graduação em DOF / DTM e Implantodontia (Faculdade Ciodonto . MG . Brasil), coordenador do ambulatório de Dor orofacial, DTM e Cefaléias (CETRO. MG. Brasil), ITI member, Membro da IASP – International Academy for Study of Pain,Membro do Comitê de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaléias, Sócio fundador da SBDOF(Sociedade Brasileira de Dor Orofacial), Membro do Board editorial do International Journal of Clinical Anesthesiology,tradutor e revisor científico do livro texto “Clinical Management of TMD and OFP” – Richard A. Pertes and Sheldon G. Gross), Sócio Honorário e membro correspondente no Brasil da Sociedade Portuguesa de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular. Responsável pelo Núcleo de Dor Orofacial e DTM do Serviço Mais Saúde do Hospital Mater Dei – Belo Horizonte – MG.

 

DR. DAVID SANZ [PT]

- Licenciado em Medicina - Espanha
- Especialista em Cirurgia Maxilo-facial - Portugal
- Assistente de CMF do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra
- Estágio de formação no Hospital Universitário La Paz - Madrid: Técnicas em microcirurgia/Cirurgia Maxilo-facial pediatria
- Estágio de formação em cirurgia minimamente invasiva ATM: Hospital Infanta Cristina - Dr. Florencio Monje
- Protocolo DTM - CHUC
- Formador eventual em IIMDS e Autor e coautor de várias comunicações e artigos nacionais e internacionais
- Fundador e Presidente da SPDOF
- Presidente da Comissão Organizadora do 1º Congresso de Abordagem Multidisciplinar de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial

[Sexta-feira] 9 de Março

Bruxismo em crianças e adolescentes

  • Discussão de conceitos de bruxismo (fisiológico ou patológico?)
  • Critérios de diagnóstico
  • Fatores associados
  • Casos clinicos
  • Como os resultados de pesquisas chegam a comunidade leiga
  • Exercícios fonoaudiógicos e fisioterápicos
  • Limitações
  • Conclusões

Prof.ª Dr.ª Júnia Serra-Negra [BRA] Medicina Dentária

Júnia Maria Serra-Negra é professora associada do Departamento de Odontologia Infantil da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Brasil. É DDS, MSc e PhD em odontopediatria pela UFMG. Em 2016 fez estágio pós-doutoral na Università Degli Studi di Pàdova, sob a supervisão do Prof Daniele Manfredini quando recebeu um certificado de "Merit of Honnor" pelo seu desempenho neste estágio pos doutoral concedido pela Universidade Italiana. É responsável pela Coordenação da Pós Graduação da UFMG na área de Odontopediatria. Tem muitas publicações indexadas nas bases de dados Pubmed e Scopus e seus trabalhos são referencias no estudo de bruxismo infantil. 

Fisioterapia na Disfunção Temporomandibular e na Dor Craniofacial Crónica. Tomada de decisão desde um paradigma biocomportamental

La evidencia científica actual sobre la fisiopatología y los factores de perpetuación relacionados con el dolor crónico en pacientes que presentan trastornos craneomandibulares indican el papel de los cambios neuro-plásticos des-adaptativos y la hiper-excitación del sistema nervioso central serían parte de los responsables del fenómeno de sensibilización central. Hallazgos cínicos como la hiperalgesia mecánica generalizada, cambios estructurales y funcionales a nivel cerebral, alteración en la modulación de dolor, comorbilidades con otras dolencias crónicas, incremento de las áreas de expansión del dolor y la presencia de factores psicológicos asociados indicarían que estos cuadros presentan signos compatibles con un proceso de sensibilización central.

Se debe de tomar en cuenta que factores psicológicos y psicosociales tienen una asocian importante con la duración de los síntomas y con la perpetuación de los mismos en los casos de dolor crónico. Alteraciones psicológicas como el catastrofismo ante el dolor, distres psicológico, creencias de miedo–evitación, creencias relacionados con la percepción dolorosa, estado de ánimo deprimido u ansioso, autoeficacia o un afrontamiento pasivo, se relacionan con el incremento de la percepción dolorosa, el aumento de los niveles de discapacidad y las alteraciones del movimiento en pacientes con trastornos temporomandibulares crónicos dolorosos. Es importante destacar que factores cognitivos como la memoria y el aprendizaje están muy implicados en la codificación de estímulos aversivos afectivo-emocionales que retroalimentan y perpetúan el proceso de sensibilización a nivel central.

Teniendo en cuenta la complejidad que presentan los pacientes que sufren trastornos temporomandibulares crónicos dolorosos consideramos que desde la fisioterapia se deben de plantear estrategias que ofrezcan una visión multidimensional que integraría los elementos terapéuticos que presentan mayor relevancia y más especificidad según la evidencia científica contemporánea. En la ponencia se explicará en detalle el modelo bioconductual de percepción de dolor y comportamiento motor como marco general de razonamiento clínico diagnóstico y terapéutico para el abordaje fisioterápico de estos pacientes. Finalmente se explicará en detalle cómo integrar la educación terapéutica, la terapia manual neuro-ortopédica y el ejercicio terapéutico en el planteamiento rehabilitador especializado para pacientes con trastornos temporomandibulares crónicos dolorosos.

Prof. Dr. Roy la Touche Arbizu [CR] Fisioterapia

Es doctor y máster universitario en estudio y tratamiento del dolor por la URJC. Fisioterapeuta, especialista en dolor craneofacial, trastornos craneomandibulares y disfunciones neuro-musculoesqueléticas.  En la actualidad es director del Instituto de Neurociencias y Ciencias del Movimiento (www.incimov.com ) y el grupo de investigación Motion in Brains (www.motioninbrains.com), además es investigador del Instituto de Investigación Hospital Universitario La Paz (IDIPaz) en el grupo de investigación en Neurología y Enfermedades Cerebrovasculares y en la línea cefaleas y dolor neuropático. Academicamente dirije el Máster Universitario en Fisioterapia del Sistema Musculoesquelético de la Facultad de Ciencias de la Salud del CSEU La Salle, Universidad Autónoma de Madrid; además coordina el programa de formación en Trastornos Craneomandibulares y Dolor Craneofacial de INDCRAN, (www.indcran.com).

Ha publicado más de 50 artículos científicos en revistas nacionales e internacionales especializadas en el área del dolor, la terapia manual neuro-ortopédica, la neurociencia, el dolor craneofacial, trastornos craneomandibulares y el ejercicio terapéutico. Ha impartido docencia de post-grado a nivel internacional en Europa y América Latina. Es miembro de la Sociedad Española del Dolor.

Tiene una amplia experiencia tratando en exclusiva pacientes con dolor crónico musculoesquelético, dolor craneofacial, trastornos craneomandibulares y otros trastornos de la columna vertebral y la pelvis.


Linkedin: https://es.linkedin.com/in/roylatouche
Research Gate: http://www.researchgate.net/profile/Roy_La_Touche/
Publicaciones en Pubmed: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=La+Touche+R
Twitter: https://twitter.com/RoyLaTouche

 

Cefaleias primárias e DTM: mecanismos, diagnóstico e estratégias de terapia

Cefaleias primárias e as DTM´s são altamente prevalentes , além de apresentarem altos graus de comorbidade. Apesar de bastante discutido, o mecanismo de "contração muscular", presumidamente envolvido nessas entidades parece nem sempre responder pelos sinais e sintomas de dor facial e craniana, característicos dessas manifestações.

Conhecimentos de mecanismos de condução das dores trigeminais, além de resultados de pesquisas onde melhoras nas dores nem sempre acompanham o “relaxamento muscular” questionam essa histórica associação.

Tais fatos impactam diretamente na elaboração de estratégias de controle de tais pacientes. O sucesso dos dispositivos intraorais é um exemplo. Diversos estudos demonstram que o mecanismo de ação desses aparelhos vai muito além de diminuição da atividade dos músculos da mastigação.

Assim, esta atividade objetiva apresentar e discutir, sob a ótica da evidência, a potencial relação (ou não) entre as DTMs, cefaleias primárias e a contração muscular, e quais os impactos no tratamento.

Prof. Dr. Paulo Conti [BRA] Medicina Dentária

- Head, Department of Prosthodontics
- Coordinator, Bauru Orofacial Pain Group
-
Bauru School of Dentistry
-
University of São Paulo, Brazil

Importância da Imagiologia no diagnóstico das Disfunções Temporomandibulares

Los desórdenes Temporomandibulares constituyen una entidad frecuente dentro del dolor orofacial y se pueden diferenciar diferentes entidades clínicas, con unos signos y síntomas comunes  que a veces nos dificultan su diagnóstico clínico, por lo que tendremos que recurrir a la imagen de la articulación para su diagnóstico preciso.

Existen varias posibilidades para el estudio por imagen de la ATM, el problema radica en elegir la adecuada para verificar nuestro diagnostico clínico de presunción. Todo estudio de imagen debe ir precedido de una buena historia clínica y exploración que dará al clínico una sospecha de la patología presente, que en ocasiones,  tendrá que ser verificada a través de una prueba de imagen. El éxito del diagnóstico muchas veces recaerá en la elección de la prueba de imagen adecuada. El clínico deberá decidir que quiere visualizar: el tejido óseo, el disco articular, el líquido sinovial o la misma sinovial.  Cada modalidad de imagen nos mostrara un tejido con mayor precisión que otro y nos ayudara a diagnosticar la patología y a instaurar el procedimiento terapéutico adecuado, solo hay que saber elegirla

La imagen será fundamental en el diagnóstico precoz de muchos procesos, como en el caso de la artritis reumatoide juvenil, en el que la IRM con contraste es la prueba más sensible en su detección precoz, con la importancia que eso conlleva con el fin de instaurar el tratamiento y prevenir cuanto antes una gran pérdida ósea y deformidades faciales. O como en el caso de adherencias discales en las que la IRM será fundamental en la indicación de la artroscopia al permitir visualizar la falta de movimiento discal. En cualquier caso la imagen constituye una herramienta fundamental en el diagnóstico diferencial de las diferentes cuadros clínicos y cada modalidad de imagen nos permitirá valorar un cuadro, por eso es tan importante conocer todas las técnicas y saber utilizarlas a nuestra conveniencia.

Dr.ª Carmen Benito [ESP] Medicina Dentária

  • Licenciada en Odontología, por la UCM en 1992
  • Doctora en Odontología. por la Facultad de Odontología. de la UCM 1997
  • Postgrado sobre la Patología de la ATM y oclusión en el Hospital General Universitario Gregorio Marañón (1992-94)
  • Profesora Titular de la Universidad Europea de Madrid en la Facultad de Odontología. Coordinadora de Patología dental y Odontología Restauradora.(1998-actualidad)
  • Profesora en el Master de Dolor orofacial de la Universidad San Pablo CEU de Madrid desde 2008.
  • Profesora colaboradora en el Máster en dolor orofacial y trastornos temporomandibulares unidad dolor orofacial y trastornos temporomandibulares de la Universidad del Pais Vasco.
  • Dictante de varias comunicaciones y conferencias relativas a la patología del diagnóstico por imagen y tratamiento de la articulación temporomandibular.
  • Profesora de los cursos de Formacion continuada de la SEDCYDO
  • Miembro de la Sociedad Española de Disfunción Craneomandibular, desde 1993. Presidenta electa de la junta directiva de SEDCYDO (2016-19)
  • Autora de varios artículos relativos al diagnóstico por imagen de Resonancia Magnética de la articulación temporomandibular-

Intervenção da Fisioterapia em Disfunção temporomandibular e Dor Orofacial: Técnicas Articulares

A DTM é uma condição complexa com uma etiologia multifactorial que geralmente leva à degeneração e posteriormente a um desequilíbrio entre o disco articular, a cápsula articular e os músculos da mastigação (Butts et al., 2017). O termo DTM não é um diagnóstico, mas sim um termo amplo que contém uma série de entidades da doença, tais como: dor nos músculos mastigatórios e ATM, dor de cabeça, distúrbios nos movimentos mandibulares e sons articulares (Wieckiewicz et al., 2015).

Devido às diversas causas/origens desses distúrbios/desordens/disfunções, a forma de intervenção requer vários métodos compatíveis com as mesmas.

Uma intervenção conservadora mais eficaz na DTM parece ser a que recorre a técnicas capazes de ter impacto nas estruturas anatómicas directamente relacionadas com a etiologia da DTM, onde se incluem a cápsula articular, o disco articular e os músculos da mastigação (Butts et al., 2017).

A terapia manual (incluindo a mobilização articular, manipulação ou tratamento dos tecidos moles), usada para restaurar a amplitude de movimento, reduzir a isquemia local, estimular a propriocepção, quebrar adesões fibrosas e estimular a produção de líquido sinovial e redução das queixas álgicas, tem sido cada vez mais utilizada por clínicos e pesquisados devido a resultados positivos em algumas condições (Armijo-Olivo et al., 2016).

O uso de mobilização articular em utentes com DTM em combinação com outros tratamentos conservadores foi avaliado em diversos estudos, onde, quase sem excepção, foram relatadas melhorias significativas na dor e na amplitude do movimento mandibular (Butts et al., 2017). As abordagens manuais músculo-esqueléticas são eficazes para tratar DTM. A curto prazo, verifica-se um maior efeito com esse tipo de abordagens quando comparado com outros tratamentos conservadores para a DTM (Martins et al., 2016).

No entanto ainda existem poucos estudos clínicos de alta qualidade que investiguem a eficácia da terapia manual e exercícios na intervenção da Fisioterapia em DTM e Dor Orofacial.


Dr. Luís Carrão [PT] Fisioterapia

-  Doutorando no Ramo de Motricidade Humana, especialidade de Biomecânica. Na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.
- Mestre na Especialidade de Exercício e Saúde, pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa.
-
Licenciado em Fisioterapia, pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz.
- Pós-Graduação em fisiopatologia do Sistema Músculo-Esquelético Crâneo-Mandibular, Crâneo–Cervical e Dor Orofacial
- Docente do Curso de Licenciatura em Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria, onde acumula neste momento a função de Coordenador do curso.
- Fisioterapeuta da Equipa Sénior de Hóquei em Patins do Sporting Clube de Tomar
- Palestrante e formador de cursos na área da ATM e DTM.

Disfunção temporomandibular e associação com a dor cervical: avaliação funcional e intervenção dirigida à cervical

A cervical e a articulação temporomandibular têm relações anatómicas, fisiológicas e funcionais próximas, pelo que, a disfunção TMD e a dor cervical estão muitas vezes associadas. Nestes casos, torna-se necessário avaliar também a cervical em utentes com DTM. Assim, nesta comunicação pretende-se ilustrar a relação entre a cervical e a articulação TMD, identificar as alterações funcionais que podem estar presentes em utentes com dor cervical (anteriorização da cabeça, alterações proprioceptivas, défices musculares,…) e quais os instrumentos que podem ser usados para as avaliar, para depois dar alguns exemplos de intervenções dirigidas à cervical que poderão ser utilizadas em utentes com dor cervical e DTM.

Dr.ª Anabela G. Silva [PT] Fisioterapia

-  Professora Adjunta da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro
-
Licenciada em Fisioterapia e Doutorada pela Leeds Metropolitan University.
- É investigadora da unidade de investigação CINTESIS.UA.
- É autora de mais de uma centena de publicações internacionais (16 capítulos de livro, 60 artigos, 40 resumos em atas de conferências), a maioria dos quais na área da dor e da dor cervical, em particular.

DTM e Dor Orofacial em pacientes atípicos – uma realidade

Atualmente é reconhecida a necessidade de uma abordagem multidisciplinar na avaliação, diagnóstico e tratamento da Disfunção Temporomandibular (DTM) e Dor Orofacial (DOF). A principal razão prende-se com a sua etiologia multifatorial, existindo fatores predisponentes, precipitantes e agravantes dessa condição.
Nesta apresentação pretende-se retratar as particularidades da intervenção do fisioterapeuta em casos atípicos no meio clínico, onde o envolvimento da DTM é muitas vezes secundário a outras patologias, tais como doenças do foro auto-imune, genético, neuromuscular, neoplásico (benigno ou maligno) ou ainda síndromes raros.
Na maioria desses casos estão presentes sinais e sintomas típicos de DTM e DOF, o que reforça a importância de um diagnóstico diferencial e de uma intervenção dirigida. Considerando o subgrupo específico de doenças auto-imunes, este representa um conjunto heterogéneo que comporta mais de uma centena de doenças, muitas das quais ainda pouco estudadas e que acometem uma população muito jovem. Frequentemente, nestes casos, as manifestações clínicas têm maior expressão na vertente articular, contudo, são raras as condições clínicas desta natureza que não apresentam compromisso a nível muscular. A falta de tratamento orientado para a causa primária pode contribuir significativamente para a perpetuação dos sintomas.
Algumas dessas doenças envolvem um grande estigma, e muitas implicam mudanças comportamentais rigorosas em idade jovem, sendo por isso necessário proceder ao encaminhamento do utente para as especialidades mais indicadas. Nessa população os aspetos motivacionais também são extremamente importantes, quer para o utente, quer para os familiares, dado que muitas vezes o percurso até ao diagnóstico torna-se moroso e envolve uma carga emocional expressiva. Para além disso, no caso de patologias sistémicas existem períodos de agudização da doença, sendo essencial capacitar o utente com estratégias que minimizem o impacto dos sintomas no seu dia-a-dia.
O acompanhamento periódico desses utentes torna-se assim determinante para a adesão ao tratamento e sucesso da intervenção. O recurso a materiais de apoio durante a consulta de Fisioterapia constitui um fator positivo para a mudança comportamental, envolvendo o utente em todo o processo e motivando-o a adquirir rotinas que integrem os exercícios terapêuticos nas suas atividades diárias.

Dr.ª Juliana Teixeira [PT] Fisioterapia

-  Licenciada em Fisioterapia pela Universidade Atlântica em 2008.
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Fisioterapeuta do Hospital de São José – Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE (CHLC) desde 2010.
- Diversas formações especializadas e prática clínica na área das disfunções temporomandibulares e dor orofacial.
- Co-autora de pósteres, folhetos informativos e procedimentos sectoriais na área, dos quais se destaca: “Intervenção Multidisciplinar nas Disfunções Temporomandibulares – CHLC”.
- Formadora certificada, destacando-se a formação de “Prevenção de Lesões Músculo-Esqueléticas – Reeducação Postural” – CHLC.
- Educadora clínica de estágios da licenciatura de Fisioterapia.
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Consultora do Conselho Diretivo Nacional da Associação Portuguesa de Fisioterapeutas.

Psicoterapia e Dor Crónica: novos avanços nas terapias contextuais-comportamentais

A dor crónica (DC) é descrita como dor ou desconforto esporádico ou constante durante pelo menos 3 meses, e resulta num impacto psicossocial significativo, do qual se destaca a sua associação a experiência de sintomatologia psicopatológica (e.g. depressiva e ansiosa). É relativamente consensual a aplicação de modelos biopsicossociais na compreensão do impacto da DC, tendo inclusivamente diversos processos psicológicos sido apontados como variáveis de risco para (e.g. catastrofização, evitamento) ou proteção contra (e.g. aceitação, atenção plena) o impacto da DC. De facto, o papel da psicoterapia como elemento fundamental a uma intervenção multidisciplinar para a DC tem-se mostrado eficaz na promoção da qualidade de vida e impacto da DC. Nos últimos 20 anos, novos dados têm sido apresentados sobre a eficácia de diversas abordagens psicoterapêuticas para a DC, nomeadamente pela introdução do mindfulness e das terapias baseadas na aceitação. Mais recentemente, têm surgido dados potencialmente indicativos de que não só o mindfulness e a aceitação poderão ter um papel fundamental na DC, mas também a auto-compaixão, nomeadamente pelo seu mecanismo de ação e correlatos fisiológicos de ativação parassimpática e produção de oxitocina.
Esta comunicação pretende ser um breve resumo do estado da arte das terapias contextuais-comportamentais, abrindo espaço a uma reflexão partilhada sobre o futuro destas terapias aplicadas à DC.


Dr. Sérgio Carvalho [PT] Psicologia

- Sérgio A. Carvalho é psicólogo com especialidade em psicologia clínica (membro efetivo OPP: 16101) e sub-especialização em Intervenções Cognitivo-Comportamentais pela Universidade de Coimbra. É membro integrado não-doutorado do CINEICC (Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental), no qual encontra-se a realizar a tese de doutoramento que consiste na exploração do impacto de diversos processos psicológicos de regulação emocional na sintomatologia psicopatológica em doentes com dor crónica, assim como o desenvolvimento e teste de eficácia de um programa de intervenção psicológica baseado na Terapia da Aceitação e Compromisso e Treino da Mente Compassiva. Desde a sua formação (2011), tem sido membro de diversas equipas de investigação, sendo co-autor de 1 capítulo de livro internacional e 19 artigos em revistas internacionais. Para mais informações curriculares: FCTsig: https://sig.fct.pt/fctsig/cv/presentation.PT/overview.aspx; ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8757-8424 

Intervenção Psicológica e Dor Orofacial: compreensão do fenómeno doloroso

A dor como fenómeno fisiológico de cariz fulcral em termos de integridade física do indivíduo, torna premente a abrangência dos estudos com o objetivo de haver um maior controlo da dor (dor crónica) ou erradicação (dor aguda) da mesma, já que, e no caso da dor aguda ela tem sido o principal motivo para a procura dos cuidados de saúde. Por conseguinte, as disfunções fisiopatológicas poderão promover o início de comorbilidades orgânicas e psicológicas, que despoletarão o surgimento da síndrome.

No caso concreto da dor orofacial, que se define por toda a dor associada a tecidos moles e mineralizados (pele, vasos sanguíneos, ossos, dentes, glândulas ou músculos) da cavidade oral e da face tem um impacto psicológico profundo com repercussões severas no sujeito. Por conseguinte, as condições clínicas mais frequentemente associadas à dor orofacial são dores de dentes e de tecidos periodontais, disfunção temporomandibular (muscular ou articular), neuralgias, tumores, trauma, tecidual, doenças autoimunes, etc.

Ainda que assistamos a um incremento nas Unidades de Dor Aguda (UDA) nos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) são ainda bastante escassas (20% dos Hospitais do SNS), havendo mesmo diminuição ao longo dos últimos anos. Neste sentido, parece premente podermos homogeneizar e determinar a qualidade dos cuidados de saúde no controlo da dor, procurando a construção de programas de mudança e motivar os profissionais de saúde tendo em vista uma maior humanização dos cuidados de saúde prestados no SNS.

Por conseguinte, pretender-se-á que o alívio da dor minimize o enorme impacto que mesma tem sobre o indivíduo e a família/cuidadores e reduza o seu impacto biopsicossocial. Neste sentido, verificamos que a dor aguda incorretamente controlada poderá, em alguns casos, evoluir para dor crónica, sendo que, no atual momento a sua incidência ainda não é quantificável, bem como, se desconhece a sua relação com as diversas tipologias e com os protocolos de analgesia.

Ressalva-se ainda, que a inexistência de estudos de cariz longitudinal no nosso país para avaliar a evolução da dor aguda para a dor crónica, impede uma leitura mais concreta dessa mesma evolução.  

Por conseguinte, torna-se premente avaliar o (a) impacto da dor orofacial na funcionalidade dos doentes; (b) o grau de satisfação dos doentes com o tratamento da dor orofacial; (c) a forma como a intensidade da dor é avaliada pelos profissionais de saúde; (d) o perfil da terapêutica analgésica instituída; (e) quantificar a prevalência da dor crónica e os seus fatores determinantes; (f) a qualidade de vida dos pacientes com dor crónica orofacial; (g) o impacto psicológico da dor crónica orofacial; (j) desenvolver e avaliar programas educativo-informativos para a melhoria dos cuidados analgésicos, bem como em relação ao impacto da dor na qualidade de vida dos pacientes.

A intervenção psicológica tem sido assente no modelo cognitivo-comportamental, bem como, ao nível da hipnoterapia: estratégias didáticas e de fornecimento de informação, técnicas de auto-sugestão, auto-monitorização, programação de contingências de reforço e reestruturação  cognitiva.


Dr. Nuno Barata [PT] Psicologia

-Nuno Cravo Barata, natural de Castelo Branco, é Doutorado em Psicologia Clínica e Psicobiologia. Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde (OPP), Especialista em Psicologia da Educação (OPP), Especialista Avançado em Intervenção Precoce (OPP), Especialista Avançado em Necessidades Educativas Especiais (OPP), Especialista em Hipnoterapia.
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Exerce funções de Psicólogo e Hipnoterapeuta no âmbito da clínica privada.
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Colabora de forma efetiva com algumas Instituições de Ensino Superior estando, no atual momento, a colaborar com o Instituo Piaget de Viseu e Almada e com a Faculdade de Psicologia da Universidade de Santiago de Compostela. Exerceu cargos de coordenação no âmbito do 2.º ciclo em Psicologia Clínica e da Saúde e do 2.º ciclo em Educação Especial.
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Tem conduzido investigações no âmbito da Deficiência e Incapacidade, da Depressão, da Qualidade de Vida e da Dor e tem publicado alguns artigos em revistas científicas, bem como, alguns livros.
-
Integra o Conselho Editorial e é revisor de algumas revistas científicas no âmbito da Psicologia.

 

[Sábado] 10 de Março

Temporomandibular disorders: Diagnosis and unconventionals treatments

Temporomandibular disorders are among the most common causes of facial pain and often are treated without  performing a proper diagnosis and with empirical techniques. We‘ ll discuss the clinical and instrumental diagnosis of TMD and their treatment through the use of  arthrocentesis with hyaluronic acid, amniotic membrane and botulinum toxin.

Dr. Luca Guarda Nardini [IT] Cirurgia Maxilo-facial

Summary of Qualifications:     

  • Chief of The Maxillo-Facial Surgery Department ULSS 2 Marca Trevigiana
  • University teacher for the following residency programs and postgraduate courses in Padua: Ortognatodontia and gnatology, Dermatology, Otolaryngology, Maxillofacial Surgery. “Craniomandibular Disorders” for dentists.

Education:

  • Medical Doctor Degree in 1985 - University of Padua, Italy
  • Residency: Dentistry 1986-1988 - University of Padua, Italy
  • Residency: Maxillo-facial Surgery 1988-1993 - University of Verona, Italy
  • Residency: Otolaryngology 1999- 2003 - University of Padua, Italy
  • Fellowship: “Oral and Maxillofacial Implantology” 1993 -1994
  • Fellowship: “temporo-mandibular disorders and posturology treatment” 1994-1997

Professional Experience  

Between 1990 and  2008 has worked as an attending physician in the departments of dentistry and maxillofacial surgery at the University Hospitals of Verona and Padua, and at the City Hospitals of Treviso and Rovigo.

In the period 2009-2015 Attending physician at the Cranio-maxillofacial Surgery department- Padua University Hospital. Chief of the  Section of “Malocclusion and Craniomandibular disorders treatment” - Padua University Hospital

Professional Memberships

  • International Association of Oral and Maxillofacial Surgery
  • European Academy of Craniomandibular Disorders
  • European Society of Cranio-Maxillofacial Surgery
  • Italian Society of Dermatologic Surgery
  • Italian Society of Maxillofacial Surgery

Artroscopia ou Cirurgia Aberta da Articulação Temporomandibular. Qual e quando utilizar?

As alterações funcionais e morfológicas da articulação temporomandibular (“TMJ Internal Derangement”) quando não respondem ao tratamento conservador podem ter indicação para intervenção cirúrgica. Como nas restantes articulações a dúvida é a opção por cirurgia minimamente invasiva ou cirurgia aberta. Nesta conferência serão abordadas a técnica cirúrgica artroscópica minimamente invasiva e a técnica aberta, focalizando-se o autor nas indicações de cada uma delas.

Dr. Florencio Monje Gil [ESP] Cirurgia Maxilo-facial

- Head of Department of Oral and Maxillofacial Surgery University Hospital Infanta Cristina Badajoz, Spain.
- Professor of Surgery Department Medical School Badajoz, Spain
-
Head of CICOM ( Center for Implantology. Oral and Maxillofacial Surgery), Badajoz, Spain
-
President of FEDICOM (Foundation for Study and Development of Research in Implantology, Oral and Maxillofacial Surgery)
-
President of ESTMJS (European Society of Temporomandibular Joint Surgeons). 2014
-
President SECOM (Spanish Society of Oral and Maxillofacial Surgeons) 2018-2020

Author of several books:
-
Tratamiento quirúrgico de la Patologia de la Articulación Temporomandibular, Ed. Ripano, 2009
-
“Goya´s Painting and Dentofacial Deformities”. Ed. Planeta, 2009
-
“Surgical management of temporomandibular joint: Vol .1 Arthroscopy. Vol. 2 Open Joint Surgery”. I Tunes Store, 2014.
-
“The face diseased. 50 universal paintings to understand face and neck conditions”. Ed Art Visual, 2016

Reabilitações Extensas – fatores determinantes para o sucesso funcional e estético

As grandes reabilitação estéticas podem ser funcionalmente bem integradas sem excessiva complexidade.  A estética dentofacial tem sido objeto de estudo exaustivo e a oclusão funcional, outrora coberta de fundamentalismos e correntes diversas, encontra-se atualmente bem mais esclarecida e prática. No entanto, nem sempre é claro separar o que é menos importante, daquilo que necessita de um controlo criterioso. É, por isso, fundamental identificar, entender e controlar os fatores determinantes do sucesso. 

Os problemas articulares, funcionais e estéticos que podem estar associados obrigam a um correto diagnóstico e a um planeamento seguro. Isto significa perceber:
- quando podemos iniciar a reabilitação
- se esta deve ser provisória ou definitiva
- os fatores estéticos a respeitar
- que materiais utilizar,
- quais os esquemas oclusais a implementar
- que riscos corremos

Com conceitos simples, claros e facilmente aplicáveis, nesta conferência será apresentada uma forma de reabilitar casos mais ou menos extensos, de modo que consigamos restaurações com aspeto natural, bem integradas na face do paciente. Mais importante que isso - que permitam manter ou até melhorar a função oclusal, para que os tratamentos permaneçam estáveis e bem sucedidos o maior tempo possível.

Dr. Jorge André Cardoso [PT] Medicina Dentária


- Licenciado pela FMDUP
-
Mestrado Prostodontia pelo King´s College, Universidade de Londres
-
Professor Honorário no King´s College, Universidade de Londres
-
Autor de vários artigos em revistas internacionais “peer-reviewed” e de quatro capítulos no livro Practical Procedures in Aesthetic Dentistry.
-
Membro Fundador e da Direção da SPED entre 2008-2016.
-
Clínica privada na cidade de Espinho

 

Disfunção temporomandibular e bruxismo: Contributo da Ortodontia na melhoria da estabilidade oclusal e ortopédica

A disfunção da articulação temporomandibular (DTM) consiste num grupo de patologias ou condições que afetam a ATM, os músculos mastigatórios ou estruturas relacionadas, numa interação e influência relativa, cuja etiologia não está ainda completamente estabelecida. O Bruxismo parece ser um fator de risco para a DTM dolorosa, sendo essa, por sua vez, um fator de risco para a ocorrência das cefaleias primárias.

Uma abordagem multidisciplinar é crucial, devendo o clínico estar ciente da necessidade de uma avaliação abrangente (diagnóstico diferencial), valorizando todos os fatores de risco, como por exemplo  os fatores oclusais, psicosociais e outros.

Nesta conferência pretende-se evidenciar através de vários casos clínicos, a importância do controlo do plano oclusal no tratamento da má oclusão, utilizando quer aparelhos fixos com braquetes autoligados quer o sistema Invisalign.

O tratamento ortodôntico para além de melhorar a estabilidade oclusal e ortopedica, a correção de hábitos parafuncionais e posturais, pode também permitir o aumento da auto-estima e do limiar de tolerância, com consequente melhoria dos sintomas.

Prof.ª Dr.ª Teresa Pinho [PT] Medicina Dentária

Licenciada em Medicina Dentária pela FMDUP, em 1991.
Doutorada em Ortodontia e Odontopediatria pela FMDUP, em 2004.
Certificado de excelência na prática clínica ortodôntica pelo Board Francês de Ortodontia em 2009.
Professora Auxiliar de Ortodontia e Odontopediatria, com nomeação definitiva, no Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS).
Agregação na FMDUP, em 2017.
Investigadora no IINFACTS)/CESPU; e no IBMC) / i3S-UP.
Membro titular do Colégio Europeu de Ortodontia (CEO) e da Sociedade Portuguesa de Ortopedia Dento-Facial (SPODF).
Autora de 2 capítulos de livros internacionais.
Mais de 80 artigos publicados em revistas internacionais e nacionais.
Mais de 200 conferências, comunicações e posters em eventos nacionais e internacionais.
Revisora em mais de 12 revistas científicas internacionais.
Orientou 2 doutoramento, 3 pós-docs internacionais e 16 teses de mestrado em Ortodontia.
Pós-graduada na especialização em Ortodontia no Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS).
Especialista em Ortodontia pela OMD.
Especialista em Odontopediatria pela OMD.

Diagnóstico Diferencial das Algias Orofaciais

As Dores Orofaciais envolvem uma série de estruturas localizadas no viscero e/ou no neurocrânio que podem produzir um padrão de dor local, referida, ou projetada. Essa Especialidade se dedica à avaliação, diagnóstico e tratamento de pacientes com tais algias quer seja de caráter agudo ou crônico. Essa nova área da saúde deu um enorme passo, ao longo dos anos, através da implementação de disciplinas de disfunção temporomandibular e dor orofacial nos currículos de graduação e pós-graduação de instituições de educação superiores federais e particulares. Associada a isso, houve um despertar para novas pesquisas tanto em modelos animais, como em humanos, baseadas em evidências científicas, possibilitando entender melhor os mecanismos envolvidos em tais dores para estabelecer a melhor abordagem clínica, cirúrgica ou combinada para cada caso. Baseado nisso, o objetivo dessa apresentação é abordar as principais dores orofaciais, ressaltando o seu diagnóstico diferencial, bem como a terapêutica mais apropriada para cada uma delas.

Prof. Doutor Eduardo Grossmann [BRA] Cirurgia Maxilo-facial

Cirurgião Dentista e Cirurgião Bucomaxilofacial;
Pós- Doutorado em Cirurgia Bucomaxilofacial pela Universidade Estadual de Maringá, UEM;
Professor Titular, Responsável pela Disciplina de Dor Craniofacial aplicada à Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS;
Membro e Orientador do Programa de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado em Cirurgia, da Faculdade de Medicina da UFRGS, com a temática voltada para DTM e Dor Orofacial;
Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor,SBED;
Diretor do Centro de Dor e Deformidade Orofacial (CENDDOR), RS, Brasil. 

Envolvimento Reumático da Articulação Temporomandibular. Estratégia de Abordagem - uma proposta

Enquadramento do envolvimento da ATM no conjunto das doenças reumáticas, abordando a sua frequência e especificidades, na perspetiva da reumatologia.

Proposta de um algoritmo sumário de avaliação prática pelo especialista em dor orofacial, focado na resposta a perguntas pragmáticas: O que deve sugerir-me a presença de uma doença reumática subjacente ao envolvimento da ATM? Até onde devo levar o estudo dessa possibilidade? Quando devo referenciar ao reumatologista?

Sessão de casos clínico interativos procurando exercitar a aplicação prática do algoritmo proposto.

 

Prof. Doutor Pereira da Silva [PT] Reumatologia

O Prof. Pereira da Silva licenciou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra em 1982 e obteve o Doutoramento em Medicina/Reumatologia pela Universidade de Londres em 1993.Exerce, atualmente, as funções de Professor Catedrático de Reumatologia e Presidente da Assembleia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. É Diretor de Serviço nos respectivos Hospitais, cujo lema persegue com empenho: “Promover felicidade mediante cuidados de excelência”.Presidiu, de 2006-2010 ao European Board of Rheumatology e foi Chairman do Standing Committee for Education and Training da EULAR de 2001-2005. Co-autor de várias recomendações terapêuticas da EULAR.O Prof. Pereira da Silva manifesta especial orgulho na sua dedicação à Educação Médica, consubstanciada numa longa actividade nessa área e na publicação de um livro de carácter pedagógico inovador. É autor de mais de 200 publicações em revistas indexadas nacionais e internacionais, sendo revisor de artigos para quase todas e membro do Editorial Board de muitas delas.

Dr. Flávio Costa [PT] Reumatologia

- Mestrado Integrado em Medicina pela Faculdade Medicina do Porto em 2012
- Interno de Reumatologia do Serviço de Reumatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
- Representante dos Internos de Reumatologia na Sociedade Portuguesa de Reumatologia desde 2016
- Pós-Graduação de Medicina Desportiva – Faculdade Medicina do Porto em 2015
- Pós-Graduação de Climatologia e Hidrologia – Faculdade Medicina do Porto em 2016

 

Dr. João Freitas [PT] Reumatologia

- Mestrado Integrado de Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, 2013
- Internato Geral no Hospital Sousa Martins - Unidade Local de Saúde de Guarda, 2014
- Pós-graduado em Avaliação de Dano Corporal Pós-traumático, Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, 2015
- Pós-graduado em Climatologia e Hidrologia, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, 2016
- Sócio da Sociedade Portuguesa de Reumatologia
- Interno de Reumatologia do quarto ano no Serviço de Reumatologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra

Patologia Obstrutiva do Sono no Adulto - Estado da Arte

Brevemente disponível.

Dr.ª Susana Sousa [PT] Pneumologia

- Médica licenciada pela FML, 1999
- Assistente Hospitalar Graduada de Pneumologia 
- Centro Hospitalar de Setúbal;
- Hospitais CUF Infante Santo e CUF Descobertas
- Competência em Medicina do Sono pela Ordem dos Médicos (2015); 
- Certified Expert Somnologist pela European Sleep Research Society (2014)
- Secretária da Comissão de Trabalho de Patologia Respiratória do Sono da Sociedade Portuguesa de Pneumologia 
- Assistente Voluntária de Pneumologia - Nova Medical School

Patologia Obstrutiva do Sono no Adulto - Estado da Arte
Contributo da Otorrinolaringologia

Brevemente disponível.

Prof.ª Doutora Cristina Caroça [PT] Otorrinolaringologia

- Médica de Otorrinolaringologia do Hospital CUF Infante Santo e coordenadora do serviço de Otorrinolaringologia da CUF Belém Clínica.
-
Doutoramento no ramo de  Medicina, a especialidade de Saúde das Populações
-
Professora Auxiliar Convidada de Otorrinolaringologia da Nova Medical School - Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa.
- Colaborou na consulta de roncopatia/SAOS no Hospital Egas Moniz de 2002 a 2007 e no Hospital CUF Infante Santo na consulta multidisciplinar do sono desde 2016.

Patologia Obstrutiva do Sono na Criança - Estado da Arte

Brevemente disponível.

Dr.ª Rosário Ferreira [PT] Pediatria

- Brevemente disponível.

Patologia Obstrutiva do Sono na Criança - Estado da Arte

Contributo da Ortodontia

O sono é um processo fisiológico indispensável para o crescimento e desenvolvimento adequados do indivíduo. Os distúrbios obstrutivos da respiração durante o sono em crianças podem oscilar em índice de  severidade por episódios simples de roncopatia até ao diagnóstico de síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS). Na infância e adolescência, os distúrbios respiratórios do sono resultam de uma interação complexa de fatores neuromusculares, inflamatórios e anatómicos em que a hipertrofia amigdalina e adenoideia, a obesidade e as dismorfias dentofaciais apresentam elevados níveis de associação. Os sintomas clínicos diurnos e noturnos são múltiplos, afetam a qualidade de vida das crianças e dos seus pais e devem ser reconhecidos pelas diversas especialidades médicas que interagem com crianças. Desta forma, a Medicina Dentária, com especial relevância para as áreas da Odontopediatria e Ortodontia, apresentam um papel importante no rastreio e/ou diagnóstico desta patologia. Esta apresentação visa, primordialmente, evidenciar o contributo da Ortodontia na intervenção terapêutica indicada em alguns casos de crianças que apresentam distúrbios obstrutivos da respiração durante o sono.


Prof.ª Doutora Alexandra Vinagre [PT] Ortodontia

- Médica Dentista (OMD 2218). Licenciatura em Medicina Dentária pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), 1998.
-
Assistente convidada da disciplina de Dentisteria Operatória, na Área de Medicina Dentária da FMUC.
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Pós-graduação em Ortodontia pelo Departamento de Medicina Dentária, Estomatologia e Cirurgia Maxilo-Facial da FMUC, 2003.
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Provas de Aptidão Pedagógica e Científica pelo Departamento de Medicina Dentária, Estomatologia e Cirurgia Maxilo-Facial da FMUC, 2006.
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Doutoramento em Ciências da Saúde (Dentisteria Operatória) pela FMUC, Setembro, 2014.
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Especialista em Ortodontia pela OMD, Junho 2015.

Terapia miofuncional na Apneia obstrutiva do sono: evidências científicas.

As alterações do sono são considerados um problema de saúde pública, com uma incidência crescente e com um impacto significativo em termos de saúde global da população. A atuação na apneia obstrutiva do sono pressupõe conhecimentos de áreas transversais e um enquadramento num contexto multiprofissional, onde a terapia da fala pode assumir um papel relevante. Nos últimos anos, a terapia da fala, em particular a área da motricidade orofacial, tem apresentado abordagens de intervenção com possibilidades clínicas e com resultados terapêuticos que têm sido considerados bastantes promissores pela comunidade científica e clínica. Na comunicação oral será contextualizada a atuação do terapeuta da fala na apneia obstrutiva do sono na criança.

Patologia Obstrutiva do Sono na Criança - Estado da Arte

Contributo da Terapia da Fala

Discussão de casos cínicos de forma interdisciplinar

Dr. Ricardo Santos [PT] Terapia da Fala

- Licenciado em Terapia da Fala. Mestre em Ciências da Fala e da Audição. Especialista em Terapia e Reabilitação (Videofluoroscopia da Deglutição). Doutorando em Ciências e Tecnologias da Saúde, ramo decisão clínica na Universidade de Aveiro.
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Terapeuta da Fala no Hospital Privado da Trofa, SA e no Serviço de ORL do Hospital CUF, Porto.
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Docente Convidado do Curso de Licenciatura em Terapia da Fala na Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto – ESS-P.Porto. Docente Convidado em Mestrados e Pós-Graduações nas áreas da Motricidade Orofacial, Ciências da Fala, Ortodontia e Cirurgia Ortognática, Disfagia em Universidades nacionais e internacionais.
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Apresentações orais em eventos científicos nacionais e internacionais, na área da motricidade orofacial e deglutição. Publicações em revistas científicas e em livros de resumos de congressos. Revisor Convidado de Revistas Científicas para a área da Deglutição.
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Quatro prémios de Mérito Científico na área da Motricidade Orofacial e Deglutição.
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Presidente da Direção da Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala (2014-2017)
- Membro da Comissão Científica da Sociedade Portuguesa de Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular (SPDOF)
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Membro do Board da Academy of Applied Myofunctional Sciences (AAMS)

Prazos e Datas-Limite

  • Até ao dia 11 de Fevereiro 2018:
    • Submissão dos resumos.
    • Inscrição do autor apresentador no III Congresso da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.
  • Até ao dia 15 de Fevereiro de 2018:
    • Notificação da aceitação ou rejeição do trabalho;
    • Indicação dos pósteres e comunicações orais a concurso e a serem apresentados em auditório.
  • Até ao dia 1 de Março de 2018:
    • Entrega em PDF dos pósteres a concurso à Comissão Organizadora.
  • Dia 9 de Março de 2018:
    • Entrega da Comunicação Oral à Comissão Organizadora
    • Afixação e Exposição dos Pósteres
    • Apresentação e Discussão dos Trabalhos a concurso (comunicações orais e pósteres a concurso e candidatos a prémio)

REGULAMENTO SUBMISSÃO DE RESUMOS

  1. As apresentações científicas englobam dois tipos de apresentações:
    1. Comunicação oral;
    2. Póster.
  2. A apresentação prévia dos trabalhos em outros eventos científicos é considerado critério de exclusão;
  3. Cada apresentação científica poderá ter até um máximo de 5 autores;
  4. Todos os autores, das apresentações científicas que envolvam investigação biomédica em sujeitos humanos, serão responsáveis pela adoção dos princípios éticos existentes na declaração de Helsínquia;
  5. A apresentação científica poderá versar um trabalho de:
    1. Investigação científica (serão considerados os estudos de experimentação laboratorial ou animal, estudos epidemiológicos, ensaios clínicos e trabalhos de revisão sistemática);
    2. Caso(s) clínico(s);
    3. Revisão bibliográfica narrativa (Não concorrem a prémio estando expostos durante o evento).
  6. Todas as Comunicações Orais serão apresentadas perante um júri nomeado pela Comissão Científica, por uma duração máxima de 10 minutos, seguida de 5 minutos de discussão.
  7. As Comunicações propostas a concurso devem entregar à Comissão Organizadora um póster representativo do trabalho final em formato PDF.
  8. Os Pósteres terão:
    1. Altura máxima: 160 cm;
    2. Largura máxima: 90 cm;
  9. Nome do autor e co-autores identificando o grau académico e afiliação;
  10. Fotografia do autor na extremidade superior direita; símbolo da instituição (quando aplicável) na extremidade superior esquerda, assim como o símbolo oficial do 3º congresso SPDOF;
  11. Deverão estar expostos durante todo o Congresso, sendo da responsabilidade do(s) autor(es) a sua impressão e afixação
  12. Deverão ser convertidos em PDF (obrigatoriamente de tamanho inferior a 20MB) e ser disponibilizados à Comissão Organizadora até ao dia 1 de Março de 2018, através do email spdtmdof@hotmail.pt.
  13. A partir dos resumos dos pósteres apresentados a concurso, a comissão científica selecionará 9 pósteres para serem apresentados publicamente em auditório. A apresentação acontecerá no dia 9 de Março de 2018, no Auditório 2, com uma duração máxima de 5 minutos, sendo seguida de 5 minutos de discussão
  1. Considera-se “autor” todo o responsável por submeter o resumo do póster ou comunicação oral, estes devem estabelecer ligações a Instituições e/ou organismos onde desenvolveram os seus trabalhos;
  2. Cada autor só poderá apresentar, no máximo, 1 trabalho científico de cada categoria (póster ou comunicação oral) o qual deve estar identificado no resumo com um asterisco;
  3. Cada autor poderá ser co-autor de outros trabalhos;
  4. O “primeiro autor” responsável pela apresentação científica deve estar inscrito no III Congresso da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial e comparecer no horário e local a definir pela Comissão Organizadora para a sua defesa ou apresentação;
  5. Caso surja algum impedimento que invalide a presença do “primeiro autor”, este deverá comunicar esse facto ao responsável da Comissão Organizadora via e-mail, e indicar o co-autor substituto, que também ele deve estar inscrito no congresso e realizar a apresentação do trabalho.
  1. Só serão aceites resumos submetidos online, no site da SPDOF e através do preenchimento adequado do formulário respetivo, até ao dia 11 de Fevereiro de 2018; O não-preenchimento ou desadequado preenchimento pode significar a recusa da aceitação do resumo;
  2. Não serão aceites resumos enviados por fax, email, através dos CTT, ou entregues “em-mão” a membros da Comissão Organizadora;
  3. Resumo em Português e Inglês estruturados da seguinte forma:
    1. Título - no máximo com 12 palavras;
    2. Descrição - 250 palavras para trabalhos de investigação e 150 para casos clínicos e trabalhos de revisão narrativa
    3. Palavras Chave - 6–10 palavras-chave para cada trabalho, em português e inglês
  • Os resumos de trabalhos de investigação deverão incluir, os seguintes itens:
    • Introdução;
    • Objetivos;
    • Materiais e Métodos;
    • Resultados;
    • Conclusões;
    • Relevância clínica;
    • Fontes de financiamento (se aplicável).
  • Os resumos dos casos clínicos deverão incluir, os seguintes itens:
    • Descrição do caso clínico;
    • Discussão;
    • Conclusões;
    • Fontes de financiamento (se aplicável).
  • Os resumos dos trabalhos de revisão bibliográfica narrativa deverão incluir os seguintes itens:
    • Introdução;
    • Objetivos;
    • Método de pesquisa bibliográfica (bases de dados, palavras-chave, anos de revisão);
    • Resultados;
    • Conclusões.
  1. Os resumos serão avaliados pela Comissão Científica a qual se reserva o direito de não aceitar qualquer resumo que careça de informações, ou poderá solicitar ao autor a sua alteração antes da aceitação. Da decisão da Comissão Científica, não cabe recurso.
  2. Os autores devem indicar o tipo de apresentação pretendida (póster ou comunicação oral), ficando ao critério da Comissão Científica a sua aprovação nesse formato ou a sugestão de alteração.
  3. O autor receberá um e-mail de confirmação da receção do resumo. Caso não receba a confirmação no prazo de 24 horas após a submissão, deverá contactar por email a Comissão Organizadora (spdtmdof@hotmail.com).
  4. O autor receberá a resposta relativa à submissão dos trabalhos até ao dia 15 de Fevereiro de 2017 para o e-mail do 1º autor, que se deverá responsabilizar pela divulgação aos restantes autores.
  • A Comissão Científica do III Congresso da Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial apreciará e emitirá um parecer sobre a aceitação dos trabalhos propostos a concurso;
  • Todos os trabalhos, candidatos a prémio, serão avaliados por um júri nomeado pela Comissão Científica que atribuirá 4 prémios, consoante os tipos de apresentações científicas:
    • Melhor poster e comunicação livre de investigação científica;
    • Melhor poster e comunicação livre de caso(s) clínico(s).
  • Na atribuição dos prémios, os júris terão em consideração o mérito científico, a originalidade do tema, a relevância clínica do trabalho e a apresentação do mesmo;
  • A entrega do prémio será efetuada no dia 10 de Março de 2018 no auditório 1, pelas 18h15;
  • Todas as apresentações científicas premiadas serão convidadas a formalizar uma publicação da mesma na edição portuguesa da revista Maxillaris.
  • Estudantes

    50.00€
    Obrigatória apresentação de comprovativo de frequência para o ano letivo de 2017/2018. Nesta categoria serão considerados os alunos de pré-graduado (Licenciatura ou Mestrado Integrado).
  • Sócio SPDOF

    75.00€
    Exclusivo para Sócios Efetivos com situação de quotas regularizada.
  • Sócios Entidades Parceiras

    90.00€
    Sócios SPEMD, APF, SPTF, SEDCYDO e GSID deverão apresentar comprovativo/cartão de sócio.
  • Não Sócios SPDOF

    100.00€
    Obrigatório apresentação de cédula profissional.
  • Suplemento Almoço

    25.00
    Incluidos 2 almoços durante o Congresso, a serem servidos no local do evento.
  • Estudantes

    60.00€
    Obrigatória apresentação de comprovativo de frequência para o ano letivo de 2017/2018. Nesta categoria serão considerados os alunos de pré-graduado (Licenciatura ou Mestrado Integrado).
  • Sócio SPDOF

    75.00€
    Exclusivo para Sócios Efetivos com situação de quotas regularizada.
  • Sócios Entidades Parceiras

    112.50€
    Sócios SPEMD, APF, SPTF, SEDCYDO e GSID deverão apresentar comprovativo/cartão de sócio.
  • Não Sócios SPDOF

    125.00€
    Obrigatório apresentação de cédula profissional.
  • Suplemento Almoço

    25.00
    Incluidos 2 almoços durante o Congresso, a serem servidos no local do evento.
  • Estudantes

    80.00€
    Obrigatória apresentação de comprovativo de frequência para o ano letivo de 2017/2018. Nesta categoria serão considerados os alunos de pré-graduado (Licenciatura ou Mestrado Integrado).
  • Sócio SPDOF

    100.00€
    Exclusivo para Sócios Efetivos com situação de quotas regularizada.
  • Sócios Entidades Parceiras

    135.00€
    Sócios SPEMD, APF, SPTF, SEDCYDO e GSID deverão apresentar comprovativo/cartão de sócio.
  • Não Sócios SPDOF

    150.00€
    Obrigatório apresentação de cédula profissional.
  • Suplemento Almoço

    25.00
    Incluidos 2 almoços durante o Congresso, a serem servidos no local do evento.

NOTAS

  • Inscrições canceladas até 31 de Dezembro serão reembolsadas em 75% o montante pago. Cancelamentos após esta data perdem o direito a reembolso.
  • Para pagamento da sua inscrição, queira por favor utilizar a seguinte conta:
    • IBAN: PT50 0035 0671 00014775 130 73
    • BIC SWIFT: CGDPTPL
    • ou enviar Cheque à ordem de SPDOF para a morada do Secretariado do Congresso:
      Diventos - Congressos e Eventos, Lda
      Rua da Paz, nº66, 2º andar - Sala 24
      4050-461 Porto

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